A gata Sarah e os passarinhos
Quando chegou, a gata já tinha nome: Sarah. Deise Aguinaga resolveu mantê-lo. A artista, que assina Daisy, encontrou a nova amiga em uma clínica. Ela me diverte, diz. A carioca escolheu viver por aqui depois de se aposentar pela UFRJ. Sonhava com um lugar tranquilo e bem equipado. Os dois adjetivos, aliás, refletem sua rotina, plugada, mas cheia de sutilezas. Fico à toa, vela acesa, olhando a dança da chama: meu barato. Formada em educação, com pós-graduação na Inglaterra, Daisy já passou por jardinagem, paisagismo e escultura. Sem ateliê atualmente, tem preferido experimentações em seu tablet, onde faz ainda muitos passeios pela web. Em 2010, apresentou no Pró-Música a mostra Poéticas digitais’. A artista também escreve e cria mosaicos com papel picado da Revista Caras. O melhor para a técnica. Ligada à Associação de Belas Artes Antônio Parreiras, Daisy planeja organizar por lá a celebração dos 90 anos da Semana de 1922. Também pensa em abrir uma galeria com café no Bairro São Pedro. Para deixar o tempo passar, ela costuma observar passarinhos comendo miolo de pão no parapeito da janela.
Vaudeville – memórias, de Ricardo Amaral
Deliciosa autobiografia que retrata época interessante da nossa história. Entrelaça relações pessoais, sociais e políticas, tendo a noite como cenário
Raul – o início, o fim e o meio, de Walter Carvalho
Passagens interessantes da vida de Raul Seixas e depoimentos emocionados. Suas músicas emolduram momentos em que o próprio Raul se define
Dudu Lima Trio
Produz um som fantástico. Jazz e suingue se completam com belíssimos arranjos. Um perfume para os ouvidos
Paul McCartney
Vi pela TV alguns momentos do show no Brasil. Gostaria de ter estado presente. Adoro as composições dele
Museu Nacional da UFRJ
Situado na Quinta da Boa Vista, no Rio, possui um dos maiores acervos da America Latina. Cerca de 20 milhões de itens nas coleções científicas conservadas e estudadas pelos diversos departamentos
Vik Muniz
Vik reinventa o cotidiano e nos leva a novas formas de enxergar o mundo
Pinturas do chinês Xu Wei (1521-1593)
Seu traço, ora suave, ora vigoroso, compõe cenas delicadas. Produz em mim sensação de paz interior









