Corpus Núcleo de Dança apresenta dois espetáculos no Teatro Paschoal Carlos Magno
“Alice” e “Sexto Sentido” vão ficar em cartaz neste sábado e domingo; a primeira, às 17h30, e a segunda, às 20h


A Corpus Núcleo de Dança, fundada em 1977, é considerada uma das escolas de dança mais tradicionais de Juiz de Fora. Ao longo de sua história, vem colecionando experiências, premiações e críticas significativas, direcionando talentos e formando profissionais atuantes para o Brasil e o mundo. Seu espetáculo anual faz parte do calendário cultural da cidade. Para 2022, a Corpus preparou duas apresentações, “Alice” e “Sexto Sentido”, que vão ficar em cartaz no Teatro Paschoal Carlos Magno, neste sábado (10) e neste domingo (11). A primeira, às 17h30, e a segunda, às 20h. A classificação indicativa é livre.
De acordo com a Companhia, o infanto-juvenil “Alice”, inspirado no livro infantil “Alice no País das Maravilhas”de Lewis Carrol, tem início com uma menina relaxando em um jardim, quando é surpreendida por um coelho e começa a persegui-lo. Ao cair na sua toca, a garota é arrebatada por um mundo cheio de mágica e de maravilhas. A história oferece ao público uma oportunidade perfeita para se encantar com um balé, que se mescla com diversão, aventura e magia, além de adoráveis personagens já conhecidos: Alice, o Coelho, a Rainha de Copas, o Gato Que Ri, o Chapeleiro e muito mais. Com figurino de Marilda Fontes e coreografias de Ballet Clássico, Danças Urbanas, Jazz e Sapateado, “Alice” promete ser uma aventura instigante para encantar crianças e adultos.
Por sua vez, o juvenil-adulto “Sexto Sentido” foi criado a partir de reflexões de Garaudy, no livro “Dançar a vida”. “Que aconteceria se, em vez de apenas construirmos nossa vida, tivéssemos a loucura ou a sabedoria de dançá-la?” é a questão que serve de mote para o espetáculo. Como reflete o autor, ao dançar, o homem não une apenas coração, corpo e espírito, ou seja, o ato de dançar não é apenas uma forma de expressão, mas se inclui também como um modo de viver. Sendo assim, a dança, na visão dele, tem a capacidade de auxiliar aquele que dança em suas experiências, o que implica libertar-se, conectar-se consigo mesmo, expressar-se. A dança é entendida como algo que realça um “sexto sentido”, ressalta a Corpus ao destacar a concepção do espetáculo.
As apresentações preparadas para este fim de ano, como pontua a Companhia, são vistas pela sua equipe criativa sempre como um novo e instigante desafio. “São meses de trabalho para se alcançar uma apurada produção que valorize, principalmente, o trabalho desenvolvido por bailarinos amadores de diferentes idades, nível técnico e classe social”, destaca. Os espetáculos têm direção de Denise Barbosa Milward e Raphaela Milward e conta com coreografias de Ana Claudia Monteiro, Cecília Cherem, Clarissa Campos, Fabiana Azalim, Marcela Valverde, Marcos Guilherme, Nanna Vasconcellos e Raphaela Milward.











