Diário de bordo
A começar pela saudade que deixava tudo mais bonito, me apaixonei por Aracaju, cenário da minha viagem nas férias de abril, quando fui visitar minha irmã que já não via há três meses. Lugar lindo, limpo, acolhedor e nada parecido com as capitais que conhecemos por aqui. O maior centro de Sergipe se assemelha a uma pequena cidade, dessas de interior, mas com praias de tiras o fôlego.
Conheci praias litorâneas da região Sul e da área mais urbana, todas de águas mornas, calmas, areia fina e um pouquinho mais escura. Entre elas, destaco Praia dos Náufragos, Praia do Refúgio, Praia do Robalo. A comida típica nordestina conquista o paladar com seus sabores provenientes das belas barracas que enfeitam a orla de Aracaju.
Apesar de ter me limitado aos bares da Praia de Atalaia, lugar conhecido como a Passarela do Caranguejo, a vida noturna da cidade conta com inúmeros bares e restaurantes, que oferecem desde a culinária mais refinada a pratos mais populares. Na praia onde tomei minhas cervejas, também existem quadras para a prática de esportes, pista de kart, parques de diversões fixos, um oceanário e monumentos a céu aberto, como o Monumento aos Formadores de Nacionalidade, composto por estátuas gigantes de Tiradentes, D. Pedro II, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Barão do Rio Branco, Duque de Caxias, José Bonifácio de Andrade e Silva, Zumbi dos Palmares e Princesa Isabel.
Para conhecer a totalidade de Aracaju, é preciso muitos dias, o que não pude fazer. Mas só de conhecermos algumas maravilhas, fica a vontade de voltar e as lembranças ensolaradas.









