Projeto no Museu Ferroviário oferece visitas a escolas
“Linhas de afeto e trajeto” tem inscrições abertas para visitas guiadas e gratuitas entre maio e junho
O Museu Ferroviário abriu inscrições para o projeto “Linhas de afeto e trajeto”, que vai oferecer visitas mediadas e ações educativas entre os meses de maio e junho para escolas das redes municipal e estadual de ensino. As instituições de ensino interessadas em participar devem entrar em contato pelo email [email protected], com o agendamento obedecendo à ordem de inscrição. O passeio, que é gratuito, também vai atender pessoas com deficiência visual da Associação de Cegos de Juiz de Fora.
O projeto “Linhas de afeto e trajeto” é oriundo da proposta apresentada pela arte educadora Gabriela Alves e financiado pelo Edital Murilão do Programa Cultural Murilo Mendes, da Funalfa. Ele vai oferecer transporte (ida e volta) em ônibus fretado e material didático exclusivo para cerca de 600 pessoas, entre estudantes dos 4º e 5º anos, professores e monitores. Cada passeio terá duração aproximada de 90 minutos, para grupos de até 46 pessoas. Segundo o produtor executivo da ação, Pedro Cavalcante, ainda há vagas para os turnos da manhã e tarde nos dias 24, 25 e 31 de maio e 7 de junho. Para o dia 8 de junho, há vagas apenas para o turno da tarde.
Segundo Alves, o Museu Ferroviário de Juiz de Fora foi escolhido para a ação porque seu prédio e acervo fazem parte do imaginário e da identidade mineira. “O ‘Linhas de afeto e trajeto’ é um projeto de mediação cultural e ações educativas. O material de apoio utiliza a linha como elemento visual simbólico para a construção de interpretações”, explica. “Exploramos a relação entre as artes visuais, as linhas das ferrovias e a memória. A ideia é refletir sobre o que está contido nas entrelinhas do acervo, ao abordar as potencialidades sensíveis que o tangem. Sob uma ótica poética, a gente propõe uma nova forma de visitação, explorando experiências artísticas, histórias, o espaço museológico e a vivência dos visitantes, evocando narrativas subjetivas acerca das estradas de ferro e incentivando novas formas de interação mental e afetiva com o acervo.”











