Em menos de 24 horas, duas técnicas de enfermagem são agredidas no HPS em Juiz de Fora
Segundo o Sinserpu, um dos casos ocorreu na madrugada e o outro na tarde desta quarta-feira (30); Polícia Civil registrou as ocorrências como lesão corporal
Uma outra técnica de enfermagem foi agredida por um paciente internado no Hospital Pronto Socorro (HPS). O segundo caso ocorreu na tarde desta quarta-feira (30), segundo informações do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juiz de Fora (Sinserpu).
Antes, ainda no início da madrugada, uma técnica de enfermagem também foi agredida por dois pacientes dentro de uma ala do hospital. O Sinserpu afirmou à Tribuna de Minas que a vítima estava abalada, tendo apresentado escoriações e mordidas no corpo. A trabalhadora passaria por exame de corpo de delito.
A Polícia Civil registrou as ocorrências como lesão corporal, na qual duas mulheres, de 47 e 51 anos, teriam sido vítimas. O caso foi encaminhado à 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Juiz de Fora para investigação. Já a Polícia Militar ainda não retornou contato.
Profissionais da saúde e representantes do Sinserpu se reuniram, na manhã desta quarta-feira, em frente ao Hospital de Pronto-Socorro (HPS), em Juiz de Fora, em protesto por mais segurança após um novo caso de violência contra a categoria.
Sobre a primeira ocorrência, a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) confirmou o episódio e informou que a agressão à integrante do corpo clínico do HPS aconteceu durante o atendimento a um paciente em quadro de descompensação psiquiátrica, na ala de urgência psiquiátrica da unidade.
“A situação foi imediatamente contida pela equipe, e o paciente recebeu atendimento e foi medicado conforme prescrição médica”, informou a Secretaria de Saúde, que não divulgou o estado de saúde da profissional.
A Tribuna questionou a PJF sobre o estado de saúde das duas profissionais agredidas e se elas receberão algum tipo de acompanhamento. Também perguntou se a Secretaria de Saúde prevê adotar alguma medida para prevenir situações semelhantes nos estabelecimentos públicos de saúde. No entanto, até a publicação desta matéria, não obteve retorno. O espaço segue aberto.









