PJF diz que poda do bambuzal no Museu Mariano Procópio foi medida de rotina
PJF informa que local no Museu não é caracterizado como área de preservação permanente; veja o antes e o depois da poda
Nesta semana, o bambuzal que fica no centro do lago do Museu Mariano Procópio foi cortado. A medida gerou especulações nas redes sociais, mas a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), responsável pela administração do espaço, afirma que a poda, realizada na quarta-feira (4), foi apenas uma poda de manutenção e que o local não é caracterizado como área de preservação permanente.
A PJF ainda informou que “a supressão destes tem autorização da Secretaria de Sustentabilidade em Meio Ambiente e Atividades Urbanas (SESMAUR), como prevê o artigo 21 da Deliberação Normativa 51 / 2019 do Conselho Municipal de Meio Ambiente na Prefeitura de Juiz de Fora”. Este artigo coloca que fica “dispensada de autorização em área de preservação permanente, a supressão de indivíduos não classificados tecnicamente como arbóreos, tais como bambus, palmeiras não protegidas por lei, bananeiras e outros, localizados em imóvel particular e/ou público”. Além disso, a Prefeitura também ressaltou que houve o cuidado em respeitar o término do período de choca das garças.
Veja o antes e o depois:











