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Mais um na disputa pela Prefeitura: Paschoalin


Por Ricardo Miranda

02/07/2012 às 21h41

O engenheiro e advogado Marcos Aurélio Paschoalin é o candidato do PRP para a PJF

O engenheiro e advogado Marcos Aurélio Paschoalin é o candidato do PRP para a PJF

Depois de diversas tentativas frustradas de se candidatar nos últimos pleitos, o engenheiro e advogado Marcos Aurélio Paschoalin (PRP) volta ao páreo agora como concorrente à Prefeitura de Juiz de Fora. Ele terá como vice o empresário Sergio Polistezup. Os dois são dissidentes do PSOL, legenda pela qual ambos tentaram se candidatar sem sucesso a deputado federal e deputado estadual em 2010. Em nova sigla, Paschoalin espera por melhor sorte, mas sabe das dificuldades. "Contrariei muitos interesses no município e por isso devo estar preparado." Ele disse que, do ponto de vista legal, não há nenhuma irregularidade. "Filiamos no partido no prazo certo, fizemos nossa convenção." Seu pedido de registro de candidatura será protocolado até a próxima quinta-feira, assim como dos demais concorrentes ao Executivo: Bruno Siqueira (PMDB), Custódio Mattos (PSDB), Laerte Braga (PCB), Margarida Salomão (PT) e Victória Melo (PSTU).

Além da novidade de última hora representada pela candidatura de Paschoalin, resta a definição em torno do PV e do PRB, o último coordenado pelo presidente da Câmara Municipal, Carlos Bonifácio. Ontem, ele passou o dia em conversas fora do município. A tendência do PRB é caminhar com Margarida na chapa majoritária e com o PRTB na proporcional. A aproximação com a petista foi recomendada pelo ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella (PRB), que defendeu a manutenção da legenda na base de sustentação da presidente Dilma Roussef. Já o PV segue determinado a concorrer de forma isolada. As conversas em torno de uma aliança com o PSC, que traria a sigla para a chapa majoritária do prefeito Custódio Mattos, foram suspensas no início da noite de ontem. Tanto PRB quanto PV, no entanto, devem definir suas situações somente na quinta-feira, data limite para realização dos pedidos de registro de candidatura. Em seguida, começa o prazo para impugnações de candidatos, que pode alterar o cenário mais uma vez. Essas indefinições devem levar os partidos a colocarem seus blocos nas ruas apenas depois do dia 18 de julho.