Vasco abre os cofres e gasta R$ 200 milhões para tentar resolver problema no ataque

O desempenho ofensivo se transformou em uma das principais preocupações para a sequência da temporada. Mesmo depois de uma série de contratações nas últimas janelas, a equipe continua encontrando dificuldades para transformar as oportunidades criadas em gols e voltou ao mercado em busca de uma solução.
Os números ajudam a dimensionar o problema. A equipe não marca há três partidas e soma apenas 23 gols no Campeonato Brasileiro, dividindo a condição de pior ataque da competição com Chapecoense e Internacional.
Vasco gastou quase R$ 200 milhões em atacantes
Desde que Pedrinho assumiu o controle da SAF, o Vasco investiu quase R$ 200 milhões na contratação de 12 jogadores para o setor ofensivo. Apesar do alto investimento, poucos conseguiram se consolidar e entregar o rendimento esperado.
Entre os nomes contratados estão Maxime Domínguez, Jean David, Emerson Rodríguez, Alex Teixeira, Garré, Nuno Moreira, Loide Augusto, Andrés Gómez, Marino Hinestroza, Spinelli, Brenner e, mais recentemente, Facundo Colidio.
Somente na primeira janela de 2026, o clube desembolsou aproximadamente R$ 66 milhões por Brenner, Hinestroza e Spinelli. Nenhum deles, porém, conseguiu se firmar como titular durante o primeiro semestre. Colidio foi a contratação mais recente e já estreou como titular na derrota por 3 a 0 para o Santos.
Clube ainda procura novo camisa 9
Parte da crise é atribuída às saídas de Vegetti e Rayan, responsáveis juntos por 47 gols na temporada de 2025. Sem a dupla, o Vasco ainda não conseguiu encontrar jogadores capazes de manter o mesmo nível de produção ofensiva.
Por isso, mesmo depois de gastar quase R$ 200 milhões no setor durante a gestão Pedrinho, a diretoria continua procurando um centroavante. A necessidade aumentou após a lesão de Brenner e a sequência de partidas sem gols.
Um dos jogadores negociados é John Mercado, do Sparta Praga. O equatoriano demonstrou interesse em defender o Vasco, mas uma proposta de aproximadamente 7 milhões de euros, cerca de R$ 42,3 milhões, foi recusada.
A diretoria mantém as conversas, mas reconhece a dificuldade da operação. A intenção é evitar mais uma contratação apenas para aumentar o elenco e encontrar um jogador capaz de solucionar justamente o problema que os quase R$ 200 milhões investidos até agora não conseguiram resolver.









