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Um novo ciclone está mudando o tempo no Brasil e pode provocar chuva intensa, rajadas de vento e granizo em 8 estados nos próximos dias

Conforme aponta o Instituto Nacional de Meteorologia, o sistema avançará.


Por Clyverton Silva

30/09/2026 às 13h40

Um novo ciclone está mudando o tempo no Brasil e pode provocar chuva intensa, rajadas de vento e granizo em 8 estados nos próximos dias
Foto ilustrativa: Lucas Pezeta/Pexels

Temporais e ventos fortes chegaram ao Brasil nesta terça (29/9), disparados por um ciclone extratropical que se formou na região de divisa entre Rio Grande do Sul e Uruguai. Conforme aponta o Instituto Nacional de Meteorologia, o sistema avançará pelo Sul, Sudeste e Centro-Oeste, trazendo instabilidade significativa após um fim de semana marcado por calor intenso.

A instabilidade provocada pelo ciclone viajará primeiramente pela região Sul, depois saltará para o Sudeste e chegará até o Centro-Oeste. Embora o fenômeno atmosférico se desloque em direção ao oceano. A frente fria que o acompanha seguirá transportando chuva para diversas áreas do continente, aumentando os riscos de temporais, raios e rajadas de vento.

O Rio Grande do Sul enfrentou a chegada da frente fria ainda nesta terça. As regiões centro-norte e nordeste do Estado enfrentarão as maiores chances de temporais, com possibilidade de granizo e ventos acelerados.

Santa Catarina recebeu o avanço da instabilidade ao longo do dia. A faixa que liga o sul à divisa com Rio Grande do Sul será a mais afetada, com volumes de chuva elevados e possibilidade de granizo acompanhado de ventos intensos.

Os ventos no Paraná variam entre 50 e 70 km/h, podendo alcançar 90 km/h em locais isolados.

Demais regiões

Nesta quarta-feira (30/9), a frente fria prossegue seu deslocamento pelo Centro-Sul, mantendo a instabilidade em áreas do Sul e se estendendo por partes do Sudeste e Centro-Oeste. Minas Gerais também pode registrar pancadas, especialmente no Sul de Minas, Zona da Mata e Triângulo Mineiro.

O Rio de Janeiro receberá chuva moderada, enquanto a instabilidade residual ainda afeta o litoral e áreas serranas, com vento variável entre 40 e 60 km/h.