Ray-Ban Meta chega ao Brasil com versão de grau para corrigir a visão e acessar IA
Ray-Ban lança óculos inteligentes no Brasil com lentes corretivas, IA, câmera e recursos digitais para usuários com necessidades visuais

A nova geração de óculos inteligentes da EssilorLuxottica, desenvolvida em parceria com a Meta Platforms, chega ao mercado brasileiro com versões adaptadas para usuários que necessitam de lentes corretivas.
Os modelos Ray-Ban Meta Blayzer Optics (Gen 2) e Ray-Ban Meta Scriber Optics (Gen 2) foram projetados para atender pessoas com condições como miopia, hipermetropia e presbiopia. Além da função óptica tradicional, os dispositivos incorporam ferramentas baseadas em inteligência artificial, permitindo a combinação entre assistência visual e funcionalidades digitais em um único produto.
Ray-Ban Meta
Lentes e conforto
- Correção visual: compatível com lentes monofocais, progressivas e Transitions, que ajustam a tonalidade conforme a luz.
- Design: armações mais finas, confortáveis e adaptadas para uso prolongado.
Inteligência artificial e conectividade
- Comandos de voz: permitem interação com IA sem retirar o celular.
- Funções: chamadas e mensagens; reprodução de músicas; fotos e vídeos; busca de informações; tradução em tempo real.
Recursos tecnológicos
- Câmera: captura imagens e vídeos em 3K.
- Áudio: seis microfones integrados.
- Integrações: conexão com Spotify, Amazon Music e aplicativos de monitoramento físico.
- Proposta: facilitar tarefas com acesso rápido a informações e uso com as mãos livres.
Acessibilidade
- Be My Eyes: conecta pessoas cegas ou com baixa visão a voluntários e recursos de IA.
- Aplicações: identificação de objetos, leitura de informações e apoio em atividades diárias.
No mercado brasileiro, os modelos chegam com preço inicial de aproximadamente R$ 3.899, com variação conforme as lentes escolhidas e a necessidade de correção visual do usuário. A comercialização ocorre pelo site da Ray-Ban e em redes de óticas.
Alertas
Apesar dos avanços tecnológicos, os óculos inteligentes não substituem consultas oftalmológicas, diagnósticos ou tratamentos para problemas de visão. A proposta é funcionar como uma ferramenta complementar, reunindo conectividade, inteligência artificial e correção visual.
Como outros dispositivos conectados, os modelos também geram debates sobre privacidade, principalmente pelo uso de câmeras e sistemas de captura de áudio. O uso consciente do equipamento é considerado essencial para equilibrar os recursos tecnológicos com a convivência social e a proteção de dados.











