Quais estados ainda não definiram o governador e terão 2º turno nas eleições de 2026?
Sete estados do Brasil — Espírito Santo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Tocantins, Rio Grande do Norte, Amazonas e Acre — terão segundo turno em 25 de outubro.

Sete estados do país vão precisar de uma segunda votação para escolher quem vai comandar o governo local. Nenhum candidato alcançou mais de 50% dos votos válidos neste domingo (4), o que obriga os dois mais votados em cada um desses lugares a voltar a disputar o cargo.
A nova rodada está marcada para o dia 25, quando o eleitorado retorna às urnas. O critério que define a necessidade dessa etapa extra é simples: vence quem ultrapassa a metade dos votos válidos, descontados brancos e nulos.
Sudeste concentra duas disputas acirradas
No Espírito Santo, o confronto final será entre o ex-deputado Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB. No Rio de Janeiro, os cariocas decidem entre Douglas Ruas, do PL, e Eduardo Paes, do PSD, que tenta se manter à frente do executivo estadual.
Já no Distrito Federal, a governadora Celina Leão, do PP, enfrenta o ex-deputado distrital Leandro Grass, do PT. Ela chegou perto de vencer de uma só vez, somando 49,93% dos votos no primeiro turno, faltou pouco para evitar a nova etapa.

Nordeste tem dois embates pela frente
Em Tocantins, a senadora Professora Dorinha, do União Brasil, mede forças com o deputado federal Vicentinho Júnior, do PSDB, pelo comando do estado. No Rio Grande do Norte, a escolha fica entre Allyson, do União, e Cadu de Lula, do PT.
Esses dois casos nordestinos reforçam um padrão observado em outras regiões neste pleito: margens apertadas levaram candidaturas fortes a uma repetição do confronto nas urnas, sem vencedor definido de imediato.
Norte também aguarda definição
No Amazonas, Omar Aziz, do PSD, mede forças com a professora Maria do Carmo pelo governo estadual. No Acre, o eleitorado ainda vai escolher entre Mailza Assis, do PP, e Alan Rick, do Republicanos.
Esse cenário de embates divididos não é incomum no histórico eleitoral brasileiro: alguns estados vivem esse tipo de desfecho com frequência maior que outros, enquanto outras unidades da federação raramente chegam a essa fase. Com o retorno às urnas marcado para o dia 25, os sete colégios eleitorais vão definir quem assume o executivo estadual nos próximos anos.









