Pix 2.0 vem aí: Banco Central negocia mudança que pode ampliar funções do sistema
O Banco Central do Brasil e autoridades monetárias internacionais vêm conduzindo estudos iniciais em reuniões.

O Brasil está avançando nas negociações para integrar o sistema de pagamentos instantâneos Pix ao Target Instant Payment Settlement (TIPS) da Europa. Desde junho de 2025, o Banco Central do Brasil e autoridades monetárias europeias vêm conduzindo estudos iniciais em reuniões realizadas em Brasília e Bruxelas. O principal objetivo é facilitar os pagamentos transfronteiriços, permitindo transações rápidas e seguras.
A inovação não se limita à Europa. A China expressou interesse em conectar seus sistemas ao Pix, ampliando o impacto desse sistema de pagamento para além do Ocidente.
Sob a liderança do Banco Central do Brasil, também se discutem modelos de conectividade através de plataformas bilaterais e estruturas multilaterais, como o Nexus do Banco de Compensações Internacionais, que busca harmonizar os pagamentos internacionais.
Conexão global
A integração do Pix ao TIPS pode revolucionar o cenário financeiro. A expectativa é que a conexão reduza tarifas e acelere transações, garantindo que o dinheiro seja transferido em segundos e automaticamente convertido para a moeda local. Essa eficiência promete atrair mais usuários e consolidar o Pix como modelo internacional de pagamento.
Além disso, a remoção de intermediários nas transações financeiras promete reduzir custos e agilizar processos. Essa inovação oferece uma experiência mais direta e eficiente, destacando-se como uma solução pioneira em transferências globais.
As negociações estão em progresso. Ainda restam duas fases até a efetiva implementação: a exploração das soluções técnicas e a execução do projeto. A complexidade do processo requer análise cuidadosa para assegurar uma integração eficiente dos sistemas globais.









