Paraibano tenta comprar rastreador depois que carro de sua locadora é roubado, não confia nas opções disponíveis e decide fabricar o próprio; negócio hoje projeta R$ 600 milhões
Homem era dono de uma locadora de veículos na Paraíba e foi buscar uma solução de seguro e rastreamento.

A Omnilink começou a ser construída quando Eduardo Lacet teve um carro roubado. Ele era dono de uma locadora de veículos na Paraíba e foi buscar uma solução de seguro e rastreamento. As opções disponíveis não atendiam ao que precisava.
Em entrevista à revista Exame, Lacet contou que tentou comprar rastreador, mas não conseguiu dar juízo de valor, porque há muita diferença de preço e diversos tipos disponíveis. Segundo disse à Exame, acabou desenvolvendo o próprio equipamento.
A experiência o levou a pesquisar sobre o assunto e a comprar a Omnilink, empresa especializada em rastreamento e segurança. Depois, a companhia ampliou a atuação para atender transportadoras.
Omnilink tem cerca de 900 funcionários
Hoje, a Omnilink tem cerca de 900 funcionários, com operação baseada em São Paulo e vendedores espalhados pelo país. Em declarações à Exame, Lacet afirmou que a companhia projeta fechar o ano com 600 milhões de reais de receita, mantendo crescimento anual entre 20% e 25%.
Conforme relatou à Exame, o faturamento de 2025 ficou próximo de 320 milhões de reais. A nova aposta é o Pneu Conectado, tecnologia que transforma o pneu em equipamento capaz de gerar informações em tempo real sobre localização, pressão e temperatura.
Na entrevista, o executivo afirmou que a empresa espera vender cerca de 150 mil pneus no próximo ano e projeta receita de 700 milhões de reais. Segundo disse à Exame, esse crescimento é sem o pneu, porque a empresa como é hoje cresce na casa de 20% a 25% ao ano, e o pneu vai crescer muito.









