Mulher encontra desenho misterioso escondido na casa de 1834 e descobre uma história sombria da própria família ao investigar quem aparece na imagem
Uma casa de 1834 escondia, entre as vigas do sótão, um desenho que mudaria a forma como uma família enxergava a própria história. Sommer Duran, de 29…

Uma casa de 1834 escondia, entre as vigas do sótão, um desenho que mudaria a forma como uma família enxergava a própria história. Sommer Duran, de 29 anos, encontrou o nome de uma parente distante repetido várias vezes nas paredes do imóvel, sempre ao lado de anotações antigas.
Perto de um dos registros, havia um desenho de uma mulher que ela descreveu como bastante gráfico. A curiosidade sobre quem seria aquela pessoa deu início a uma investigação pessoal que revelou um capítulo trágico da linhagem familiar.
Um nome nas paredes do sótão
Em entrevista, ela contou que passou a vasculhar registros, certidões de casamento e de óbito, fotografias antigas e arquivos de jornais assim que viu o nome repetido pela casa. O objetivo era simples: entender quem tinha sido aquela bisavó distante e por que seu nome estava tão presente ali.
A resposta veio de forma inesperada, e a parente havia se casado e, cerca de dois meses depois, foi morta em um dia das bruxas.

Um Registro de homicídio revelado
Segundo Sommer, a certidão de óbito classificava a morte como homicídio, e ela conseguiu localizar reportagens de jornal da época que tratavam do caso. Mesmo sem saber quem fez o desenho ou qual era sua intenção original, descobrir o que aconteceu com a parente mudou completamente a forma como ela interpretava a imagem.
Ela afirmou que não tem como saber com certeza o que aquele desenho pretendia representar. Mas que conhecer a história da vítima deu um contexto totalmente diferente à cena registrada na parede.
Uma reforma cheia de descobertas
Foi durante a restauração do imóvel, ao lado do marido, Antonio Duran, de 27 anos, que a família passou a se deparar com vestígios de gerações anteriores. A construção foi erguida por um ancestral de Sommer e permanece com os descendentes desde então.
O sótão concentra nomes, datas e ilustrações, entre elas esboços de pessoas, uma fábrica e uma antiga escola que a família conseguiu identificar. Em uma coincidência curiosa, um parente de Sommer mora atualmente no prédio que antes funcionava como aquela escola.

Objetos e achados curiosos pela casa
Conforme os cômodos ainda não explorados foram sendo revisados, a família reuniu jornais antigos, fotografias de família. Fitas cassete, fitas VHS, uma secretária eletrônica, um jogo de cartas e diversos vidros e potes guardados havia décadas.
Outros achados foram mais difíceis de explicar, e duas ossadas completas de animais apareceram na casa, uma no sótão e outra dentro de uma lancheira antiga guardada havia anos.
Próximo a um antigo poço embaixo da casa, surgiu ainda um vidro com aranhas. E o que parecia ser um pequeno osso em seu interior, um achado que ela preferiu não investigar mais a fundo por enquanto.









