IBGE está criando um “banco de DNA” de brasileiros através da coleta de sangue e urina? Checamos!
Realizada em parceria com o Ministério da Saúde, pesquisa foi explicada.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acionou a Polícia Federal e a Advocacia-Geral da União nesta segunda-feira (14) para investigar a disseminação de informações falsas sobre a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2026). Fake news circulam, alegando que a pesquisa está criando um “banco de DNA estatal”. O IBGE refuta essa afirmação.
A pesquisa, iniciada em julho de 2026, coleta sangue e urina de entre 15 mil e 20 mil brasileiros com 35 anos ou mais para análises de glicose, colesterol e creatinina. Esses materiais serão descartados após os exames. Realizada em parceria com o Ministério da Saúde, a pesquisa visa aprimorar as ações de saúde pública no Brasil.
Impacto das fake news na pesquisa
A circulação de fake news ameaça a operação de coleta de dados em todo o Brasil. Identificar os responsáveis pela disseminação dessas informações é visto como crucial para garantir a continuidade da pesquisa, que já está em sua terceira edição, envolvendo visitas a 140 mil domicílios.
Estas visitas não se limitam à coleta de amostras biológicas. Englobam também avaliações físicas dos participantes, como medição de peso, altura e pressão arterial. Esses dados são essenciais para formular políticas públicas eficazes.
Objetivos do IBGE e do Ministério da Saúde
A coleta de dados faz parte de um esforço contínuo para mapear e mitigar riscos à saúde dos brasileiros. Os resultados contribuem para campanhas de vacinação e melhorias no acesso a serviços médicos.
As investigações pela Polícia Federal e AGU buscam identificar e responsabilizar os autores das fake news. O IBGE espera que essas ações consolidem a credibilidade da pesquisa, permitindo a sua continuidade sem interrupções.









