Estagiário da NASA comprou centenas de fitas por pouco mais de R$ 1 mil e anos depois percebeu que três delas guardavam registros da missão Apollo 11 e valiam mais de US$ 1 milhão
Um evento significativo marcou a história da ciência e dos colecionadores.

Um evento significativo marcou a história da ciência e dos colecionadores. Em 1976, Gary George, um ex-estagiário da NASA e estudante da Universidade de Lamar, no Texas, adquiriu 1.150 bobinas de fita magnética em um leilão de excedentes do governo.
Ele pagou apenas U$ 217,77, aproximadamente R$ 1.115 na cotação atual. Entre essas fitas, estava um tesouro: gravações originais da missão Apollo 11, lançada em 20 de julho de 1969. O interesse pela transmissão e a qualidade dessas fitas, redescobertas décadas depois, destaca sua importância histórica.
George inicialmente pretendia vender as fitas para emissoras de TV ou doá-las, desconhecendo seu valor inestimável. Foi seu pai quem percebeu as etiquetas nas fitas, mencionando a missão Apollo 11.
Em 2008, ao saber que a NASA estava à procura das gravações originais, Gary examinou as bobinas e descobriu registros em qualidade superior aos vistos naquela época. Essa revelação transformou as fitas em um valioso marco histórico.
Curioso destino das fitas
As fitas, reproduzidas e digitalizadas na Califórnia, revelaram imagens inéditas de grande detalhe, despertando interesse global. Em 2019, no cinquentenário do lançamento da missão Apollo 11, as fitas foram leiloadas em Nova York pela Sotheby’s. Elas arrecadaram entre 1 a 2 milhões de dólares, confirmando o fascínio contínuo pelas realizações da NASA e a exploração espacial.
O achado de George não apenas revitaliza o interesse em registros históricos, mas também acentua o valor da preservação da memória espacial. Em 2026, com a tecnologia avançando rapidamente, histórias como esta inspiram novas gerações a explorarem os mistérios do espaço. A tensão e a curiosidade sobre futuros acontecimentos continuam a estimular debates e estudos sobre o universo.








