Ela estava disposta a pagar R$ 2 mil para ter de volta o que havia esquecido no táxi, mas a proposta foi recusada e caso ganhou um novo capítulo
Motorista vascaíno recusou a recompensa e devolveu a camisa, transformando um objeto de valor em símbolo de honestidade.

Uma camisa do Flamengo autografada por Lucas Paquetá virou o centro de uma história de rivalidade, acaso e recusa inesperada no Rio de Janeiro. Kerolay Chaves, vencedora do Miss Bumbum Brasil 2025, havia deixado a peça de roupa dentro de um táxi.
Kerolay ofereceu publicamente R$ 2 mil a quem devolvesse a camisa, mas o motorista que a encontrou tinha seus próprios motivos para recusar o dinheiro. A peça ficou no banco traseiro após o fim da corrida e poderia ter sido esquecida se o taxista não tivesse decidido guardar a sacola.
Como Kerolay havia entrado no táxi na rua, sem usar aplicativo de transporte, o motorista não tinha como localizá-la. A repercussão do caso nas redes sociais, porém, mudou isso: ele reconheceu a passageira, percebeu que a camisa era o item perdido por ela e ligou para confirmar.

O reencontro e a brincadeira que virou recusa
Depois de receber a ligação sobre a camisa autografada por Paquetá, Kerolay pediu imediatamente uma foto para confirmar que era a sua. Ao combinar a devolução, levou os R$ 2 mil prometidos para cumprir a palavra, mas o taxista tinha outro plano.
Kerolay relatou que, quando insistiu em entregar o valor, o motorista respondeu que era vascaíno e não iria ganhar dinheiro com o Flamengo. Ela riu da situação, mas tentou novamente e recebeu uma recusa categórica. O torcedor rival manteve a decisão: depois de encontrar e guardar a camisa, devolveu o item sem aceitar os R$ 2 mil.
Mais que um autógrafo, uma história
Com a camisa de volta, Kerolay percebeu que o objeto havia ganhado um significado que nenhuma recompensa conseguiria comprar. A peça passou a representar a honestidade de um torcedor rival, que preferiu devolvê-la a aceitar o dinheiro.
A influenciadora Kerolay afirmou que a camisa já era importante pelo autógrafo de Paquetá, mas agora tinha uma história que valia muito mais que os R$ 2 mil. Ela contaria por muito tempo a história do vascaíno que encontrou, guardou e devolveu a peça sem querer receber nada.










