Casal investiu R$ 1.700 para vender pipoca na rua em 2018; oito anos depois, negócio fatura R$ 26 milhões por ano
Marca começou em 2018 como uma carrocinha de pipoca artesanal em Campo Grande, bairro do subúrbio do Rio de Janeiro.

A marca Baurucas tem hoje 45 unidades e uma fábrica que produz 10 toneladas de pipoca por mês. O faturamento de 2025 foi de 26 milhões de reais.
A marca começou em 2018 como uma carrocinha de pipoca artesanal em Campo Grande, bairro do subúrbio do Rio de Janeiro. Maurício Matheus, de 32 anos, e Andressa Martins, de 30, investiram 1.700 reais no negócio. O nome já estava decidido antes mesmo de escolherem o ramo: Baurucas, inspirado no apelido de Maurício.
Início frustrante
Segundo Matheus disse ao UOL, o começo foi frustrante, com faturamento diário de menos de 200 reais. O cliente não queria pagar por uma pipoca artesanal. Mesmo assim, eles não desistiram, pois a meta era sair da rua em um ano.
O negócio deslanchou quando abriram a primeira unidade no Park Shopping Campo Grande. A carrocinha foi aposentada e a marca passou a ter quiosques.
Na pandemia, a loja fechou temporariamente. Para manter o negócio vivo, adaptaram uma cozinha na casa dos pais de Matheus e migraram para o delivery. Conforme ele afirmou ao UOL, a estratégia deu certo e conquistaram clientes fiéis. O período também serviu para desenvolver novos sabores e estruturar processos.
A Baurucas vende pipocas artesanais com 18 sabores, sendo 6 fixos no cardápio. Matheus contou ao UOL que a marca usa ingredientes de boa qualidade, como o milho mushroom, que proporciona formato mais uniforme e praticamente sem resíduos de caroço. Os mais vendidos são leite em pó, drizzle chocolate e o sacão de salgadinhas.
Uma franquia custa 144 mil reais. O faturamento médio mensal é de 50 mil reais, e o lucro médio mensal, de 15% a 25%.









