Baleia toca o rosto do filhote morto, deita ao lado dele e permanece por dias na mesma área; cientistas veem sinais de luto
A ação da baleia-jubarte de proteger o filhote com o corpo foi um sinal claro de ligação emocional.

Uma baleia-jubarte na costa da Austrália em julho de 2025 apresentou um comportamento que surpreendeu os cientistas. Durante um avistamento, a fêmea foi observada cuidando de um filhote que nascera morto.
Em vez de deixá-lo, ela o tocava e permanecia ao lado dele. Esse episódio levanta questionamentos importantes sobre os comportamentos sociais e emocionais desses cetáceos.
O avistamento ocorreu em 17 de julho de 2025, quando a visão da membrana amniótica flutuante e o filhote inerte no fundo do mar chamaram a atenção. A ação da baleia-jubarte de proteger o filhote com o corpo foi um sinal claro de ligação emocional. Pesquisadores estão investigando suas implicações na compreensão do comportamento dos cetáceos.
Sentimentos nas baleias: instinto ou emoção?
Esse comportamento foi classificado como epimelético, indicando cuidados com outros indivíduos incapacitados ou mortos. Isso sugere reconhecimento de luto e comportamento social.
Entretanto, ainda são necessários mais estudos para entender as respostas neurológicas dos cetáceos envolvidas. Essa atitude desafia a percepção limitada dos sentimentos animais como puramente instintivos.
Implicações científicas novas
Este caso instiga um reforço na investigação sobre o papel das emoções e o comportamento social das baleias-jubarte. A capacidade dessas interações de revelar aspectos complexos das emoções dos cetáceos desafia os cientistas a reconsiderar as fronteiras entre instinto e sentimento nas criaturas marinhas.
As descobertas podem fornecer novos insights sobre as capacidades cognitivas dessas baleias. Embora as observações tenham gerado um grande debate científico, são necessárias mais pesquisas para uma compreensão completa.









