Após rodarem o mundo, duas viajantes criam grupos formados apenas por mulheres e levam mais de 3 mil clientes a destinos como Egito e Antártida
Roteiros incluem lugares como Tunísia, China, Butão, Antártida, Jordânia, Tanzânia, Nepal, Islândia, Antártida e Vietnã.

A história de Amanda Noventa com viagens começou muito antes de ela pensar em abrir um negócio. Aos 43 anos, ela escrevia em blogs e no Instagram sobre suas andanças sozinha pelo mundo, incluindo locais considerados mais difíceis para uma mulher. A audiência foi crescendo, e ela percebeu que muitas leitoras queriam fazer as mesmas viagens.
Foi assim que nasceu a Fuga, em 2018, em São Paulo. Para tocar o projeto, convidou Micheli Rogalski, de 40 anos, que já tinha experiência no mercado de turismo. Em entrevista ao UOL, Amanda contou como a comunidade se formou e deu origem à empresa.
Milhares de clientes atendidas
Hoje, a Fuga reúne uma comunidade que já levou mais de 3.000 mulheres para diferentes destinos, a maioria delas mais de uma vez. A recorrência chega a cerca de 75% da base de clientes, conforme relatado ao UOL.
Os roteiros incluem lugares como Tunísia, China, Butão, Antártida, Jordânia, Tanzânia, Nepal, Islândia, Antártida e Vietnã. Em 2026, os mais procurados têm sido Egito, Tailândia e Peru. No ano passado, foram 40 grupos em viagem.
A previsão é de quase 50 grupos neste ano e mais de 80 em 2027. Cada grupo reúne 16 pessoas, e a empresa cria um grupo no WhatsApp para compartilhar informações, dar dicas e tirar dúvidas, priorizando a interação e a harmonia, segundo Amanda disse ao UOL.
Valores
Os valores variam bastante. O pacote mais barato é para Alter do Chão, no Pará: cinco dias por 5.980 reais. O mais caro é para a Islândia: oito dias por 25,9 mil reais.
Todas as viagens podem ser parceladas em até 12 vezes sem juros no cartão. Em geral, as passagens aéreas não estão inclusas. Alguns destinos podem ser suspensos por fatores externos, como ocorreu com roteiros para o Oriente Médio por causa da guerra na região.









