Embora a janela partidária esteja prevista para acontecer em abril, quando os políticos que vão disputar as eleições podem mudar de legenda sem riscos de processos por infidelidade partidária, algumas ações já começam a ser formatadas. Com a direita mais articulada, mesmo sem definir oficialmente os nomes, o presidente Lula tem pressa em formar os palanques em regiões importantes para seu projeto de reeleição. É o caso de Minas Gerais, onde não há definições para o Governo e muito menos para o Senado.
A expectativa envolve o senador Rodrigo Pacheco. Ele deve fazer algum tipo de anúncio nos próximos dias, já que seu silêncio incomoda especialmente lideranças do PT, porque o partido não tem nomes consolidados para a disputa. O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil continua na fila, mas já se fala na reitora da UFMG, Sandra Goulart. Ela é, hoje, o plano B do Partido dos Trabalhadores. Seu mandato vai até março deste ano, quando estará disponível para qualquer disputa.




