Com superlotação em quase todos os presídios, incluindo Ceresps e penitenciárias, o sistema carcerário de Minas Gerais deverá abrir entre 3,5 mil a quatro mil vagas para presos nos próximos seis meses. A garantia foi dada pelo secretário de Estado de Defesa Social, Bernardo Santana, durante audiência pública na Comissão de Segurança Pública da Assembleia. Segundo ele, a decisão permitirá que o sistema resolva emergencialmente o quadro de superlotação “herdado do Governo anterior”. A meta é abrir cerca de 15 mil vagas nos próximos quatro anos. Pelas suas contas, esse número é o mesmo gerado pelas obras de ampliação e construção de unidades no período de gestão tucana, entre 2003 e 2014.
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