Pestana acredita que o fim das coligações, coincidência das eleições em 2022 – o que implica um mandato de seis anos para os próximos prefeitos e vereadores -, cláusula de desempenho e regras mais rígidas para o financiamento público de campanha sejam aprovados. Mas ele não vê perspectiva para as propostas de distritão, encabeçada pelo PMDB, ou para o distrital, que conta com o apoio do PSDB e do PT. Nenhuma delas deve conseguir votos suficientes para sua implantação.
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