O Partido dos Trabalhadores ainda trabalha com a possibilidade de o senador Rodrigo Pacheco ser o candidato ao Governo de Minas, mas, se isso não ocorrer, a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, não será o Plano B. Em entrevista à Rede Tribuna – Rádio Antena 1 e Tribuna -, ela destacou que seu acordo, ao deixar a prefeitura, foi de disputar o Senado Federal, e vai manter essa decisão. “Acho que o presidente Lula irá fazer a escolha de Sofia: ele precisa de um bom candidato ou candidata ao Governo, mas também precisa do Senado. Sou uma pré-candidata ao Senado com o nome aprovado tanto no diretório nacional quanto no estadual; segundo, pelo fato de estar em primeiro lugar em todas as pesquisas. Não só estou disputando o processo eleitoral, mas também com grande chance de ser eleita, e o presidente Lula precisa de senadores e senadoras para garantir a governabilidade e a defesa do processo democrático no Congresso Nacional. Creio que ele não faria esse convite a mim, mas, se fizer, não vou aceitar”, antecipou.
Pacto com a população para disputar vaga no Senado Federal
Marília Campos estava no seu quarto mandato de prefeita em Contagem, o que faz dela um dos expoentes do PT mineiro. Quando renunciou ao mandato, em abril, ela fez um pacto com a população de disputar apenas a vaga no Senado Federal. Sua decisão de não disputar o Governo foi discutida em várias instâncias, mas ela manteve a disposição de disputar uma das duas vagas ao Senado. Por sua vez, os deputados Ana Pimentel e Roberto Cupolillo, que acompanharam a ex-prefeita na sua agenda em Juiz de Fora, nas última sexta-feira, também acentuam que ela é candidata ao Senado e ainda alimentam a esperança de um sinal positivo de Rodrigo Pacheco. Se ele não topar, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil continua sendo a próxima opção.
Causa municipalista será um dos temas de campanha
Com a experiência de quatro mandatos à frente da administração em Contagem, Marília Campos, no ciclo de viagens que está fazendo às várias regiões de Minas, destaca que o municipalismo será uma de suas bandeiras, pois não só conhece a realidade dos municípios como também viveu as dificuldades dos administradores. Ela, no entanto, destacou que há outras pautas entre suas prioridades.




