A reforma política entrou na agenda da Câmara Municipal, na sexta-feira, quando os vereadores fizeram a última sessão do mês, entrando em recesso por um período de 30 dias. Diversos parlamentares foram à tribuna se manifestar. José Emanuell (PSC) criticou duramente o financiamento público de campanha, lembrando que ele já é uma realidade através dos repasses aos partidos. Recém-empossado, Léo de Oliveira (PMN) disse não acreditar em reforma, considerando a discussão apenas um jogo para arquibancada. Mas seu foco foram os programas sociais da Prefeitura, fazendo duras críticas à Secretaria Municipal. Foi contestado em parte.
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