Na Câmara, alguns vereadores fazem contas e estão preocupados, pois acabam sendo os únicos puxadores de votos em seus partidos. Se a proposta de mudança de critérios tivesse sido aprovada na reforma, seriam eleitos os mais votados, independentemente da legenda, mas o texto foi rejeitado por conta dos danos que causariam nas siglas, beneficiando apenas os candidatos mais ricos. O texto atual, no entanto, tem perversidades. Nas eleições de 2012, o professor Flávio Cheker obteve 3.837 votos, 34 a menos que seu colega de partido (PT) Wanderson Castelar, mesmo assim, mais votos que a maioria do eleitos. Ficou fora, pois o PT só fez dois vereadores.
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