Debate na Band

Por Paulo Cesar Magella

09/08/2018 às 18h47 - Atualizada 10/08/2018 às 01h39

Último bloco

Candidatos fizeram as considerações finais. Terminou o debate; a escolha dos adversários já ficou clara no primeiro de uma série de encontros.

Quarto bloco

No penúltimo bloco a temperatura subiu, envolvendo os candidatos Jair Bolsonaro, Guilherme Boulos e Ciro Gomes. Reforma tributária, fim da burocracia e combate à corrupção foram o ponto alto das discussões.

Terceiro bloco

Fim do terceiro bloco. Os candidatos buscam parcerias para apresentar suas ideias. Jair Bolsonaro focou no cabo Dalciolo enquanto Ciro e Marina Silva trocam elogios pela questão ambiental. Mas o melhor momento foi a afirmação de Dalciolo indicando que Ciro fazia parte de uma ordem mundial para unificação da América por meio de um  ação socialista. Curto e grosso, o candidato do PDT disse que a democracia faz dessas coisas, ou seja, dá o direito de todos falarem o que quiserem.

Segundo bloco

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Termina o segundo bloco e os candidatos foram submetidos ao tema aborto. Boulos deu a melhor explicação; Marina Silva preferiu evitou uma resposta definitiva em função de sua crença. Jogou a solução para um plebiscito, saindo pela tangente. Na educação, Ciro e Bolsonaro bateram bola, embora o candidato do PDT tenha rejeitado o processo disciplinar de seu oponente. Meirelles é cobrado sistematicamente pelos juro extremamente elevados. Disse que a culpa não era dele.

Primeiro bloco

Debate da Band entra no segundo bloco. No primeiro, o candidato tucano Geraldo Alckmin foi a opção preferencial para as perguntas. Bolsonaro e Boulos, lado a lado, não se deram bem.

 

O prefeito Antônio Almas, como foi antecipado pelo Painel, anunciou a criação do Gabinete de Enfrentamento da Crise Fiscal, composto por várias secretarias, sob sua coordenação, para estabelecer políticas de contenção de gastos ante a redução dos repasses da União e do Estado para o município. O prefeito também apontou os efeitos da greve dos caminhoneiros como parte desse processo. Na semana passada, quando participou do quadro Pequeno Expediente, da Rádio CBN, o prefeito sinalizou que havia necessidade de adoção de medidas, ocasião em que reagiu duramente à nota do Governo estadual que imputou às ações judiciais das prefeituras parte dos problemas que afetam a gestão Fernando Pimentel. O município de Juiz de Fora é signatário de tais ações por entender que não havia outro caminho quando o Estado insiste em não cumprir as suas obrigações com as prefeituras.

Parceiros
Os vereadores gostaram da conversa com o prefeito Antônio Almas, pela manhã, quando ele, acompanhado do secretariado, visitou a Câmara para tratar das medidas que serão tomadas para enfrentar a crise. O presidente, Rodrigo Mattos, observou que o fato de o prefeito ter ido à Câmara e explicar a situação aos vereadores foi sinal de quem busca parcerias. Os vereadores, na sua avaliação, compreenderam que a situação é grave. “Pela credibilidade que ele tem na Casa, o sentimento que tenho é de que a Câmara será parceira, mesmo reconhecendo possíveis remédios amargos que devem ser aplicados”, enfatizou. Almas não pretende parcelar salários, como ocorre no Estado, mas admite que poderá, pela primeira vez, utilizar o quinto dia útil para efetuar o pagamento, mas isso só será definido após reuniões do Comitê de Crise.

Polarização
A campanha eleitoral já está no meio dos debates, sobretudo em Minas, em que a crise econômica tem provocado danos imensuráveis. Ao anunciar um comitê com a participação de servidores, para o acompanhamento diário do que está ocorrendo, o governador Fernando Pimentel, por meio de seu secretário de Governo, Odair Cunha, disse que boa parte do que ora ocorre é fruto da gestão temerária de seu antecessor, Antonio Anastasia, que teria usado recursos do Fundo de Previdência para pagar as contas. Os tucanos reagem dizendo que Pimentel tenta justificar o injustificável, pois não foi surpreendido em momento algum e que teve quatro anos para agir. Esse enfrentamento entre tucanos e petistas deve ser a tônica da campanha.

Terceira via
E é por conta dessa polarização que o socialista Marcio Lacerda insiste no projeto de candidatura a governador. Além de ter melhorado a sua imagem no Estado ao se passar como vítima da “velha política”, que prefere acordos a ganhar eleições, ele vai insistir no discurso do novo, mostrando ao eleitor que tanto petistas quanto tucanos representam mais o passado do que o futuro. Conta, ainda, a seu favor o forte prestígio na capital, que governou por dois mandatos e saiu bem avaliado.

Paulo Cesar Magella

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