Com o veto do prefeito Bruno Siqueira, já publicado nos “Atos do Governo” – edição do dia 5 de junho -, a discussão que permanece envolve os bastidores do projeto de lei que culminou na aprovação do reajuste salarial dos vereadores. A questão não foi a falta de diálogo entre as duas casas, como foi subentendido no primeiro momento. Na véspera da votação, o presidente da Câmara, Rodrigo Mattos, teria dito ao prefeito que a Câmara iria votar o reajuste dos funcionários, mas, em momento algum, disse que havia um “jabuti”, no caso, o reajuste para os vereadores, que entrou na pauta por pressão de um grupo de parlamentares, embora não houvesse essa previsão. Bruno teria até admitido sancionar o reajuste para os servidores, mas ele e até mesmo alguns vereadores foram surpreendidos pela extensão do benefício.
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