Mais Tendências - Tribuna de Minas
  • Cidade
  • Contato
  • Região
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura
  • Empregos
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados

Vivo bate o martelo e decide mudar serviço usado por muitos clientes

Por Jeferson da Rosa
17/12/2025
Em Mais Tendências, Colunas
0
Vivo bate o martelo e dará fim a serviço muito utilizado por clientes - Imagem: Divulgação/Vivo

Vivo bate o martelo e dará fim a serviço muito utilizado por clientes - Imagem: Divulgação/Vivo

A Vivo anunciou oficialmente que mudará a forma como oferta um serviço que, por décadas, fez parte da rotina de milhões de brasileiros.

A decisão marca uma mudança relevante na forma como a empresa passa a atuar no setor de telecomunicações e sinaliza o encerramento de um ciclo histórico no país.

Vivo bate o martelo e dará fim a serviço muito utilizado por clientes

O serviço em questão é a telefonia fixa tradicional, conhecida tecnicamente como Serviço Telefônico Fixo Comutado.

Popular em residências, comércios e órgãos públicos desde o século passado, o telefone fixo foi, por muito tempo, o principal meio de comunicação à distância no Brasil.

Ele garantiu acesso à comunicação em regiões onde outras tecnologias ainda não existiam e foi essencial para serviços básicos, como emergências, atendimento médico e atividades comerciais.

Ao longo dos anos, porém, o uso desse tipo de linha caiu de forma contínua. A popularização dos celulares, dos aplicativos de mensagens e da internet banda larga reduziu drasticamente a dependência do telefone fixo.

Ainda assim, o serviço seguia operando sob um regime público, herdado do processo de privatização das telecomunicações nos anos 1990, que impunha à Vivo obrigações rígidas de manutenção, continuidade e cobertura, mesmo em locais pouco rentáveis.

O que muda na prática com a decisão da Vivo?

Com a nova decisão, a operadora deixa de prestar a telefonia fixa sob esse regime de concessão e passa a atuar exclusivamente no modelo de autorização privada.

Na prática, isso significa que o serviço deixa de ser tratado como essencial pelo marco regulatório antigo e passa a seguir regras mais flexíveis, semelhantes às aplicadas à telefonia móvel e à internet.

Ou seja, o serviço de telefonia fixa da Vivo não acaba, ele continua sendo ofertado, mas de forma diferente do que vinha ocorrendo nos últimos anos.

Segundo a empresa, a mudança reflete a realidade atual do setor e a necessidade de direcionar recursos para tecnologias mais demandadas pela população.

Como parte do acordo firmado com a Anatel, a Vivo assumiu compromissos financeiros expressivos, com investimentos bilionários voltados à ampliação da infraestrutura de fibra óptica e ao fortalecimento da rede móvel em centenas de municípios.

Apesar do fim do modelo tradicional, a operadora informou que continuará garantindo a oferta do telefone fixo em localidades onde não há concorrência, ao menos até 2028.

Nesses casos, a Vivo atuará como fornecedora de último recurso, assegurando que comunidades isoladas não fiquem sem acesso ao serviço.

A mudança no formato de concessão da telefonia fixa como serviço público simboliza a transição definitiva do setor para um cenário dominado por soluções móveis e digitais.

Para muitos clientes, trata-se da mudança de uma tecnologia familiar; para o mercado, é a confirmação de que o futuro da comunicação passa por redes mais modernas e conectadas.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
LogoCaro leitor,

O acesso ao conteúdo será liberado imediatamente após o anúncio.

Jeferson da Rosa

Jeferson da Rosa

Jornalista apaixonado pela profissão.

Próximo post
Foto: CDC/Unsplash

Gripe que deixou OMS em alerta pode ter chegado no Brasil

Confira!

Pesquisa desafia crença popular sobre eficácia do jejum no emagrecimento

Pesquisa desafia crença popular sobre eficácia do jejum no emagrecimento

31/05/2026
Estudo revela quem sofre mais com calotes entre bancos tradicionais e fintechs

Estudo revela quem sofre mais com calotes entre bancos tradicionais e fintechs

31/05/2026
multa por retrovisor?

Esses motoristas não vão precisar de nova habilitação para dirigir carros elétricos e híbridos mais pesados

31/05/2026

Copyright Tribuna de Minas. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo dessa página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a autorização escrita da Tribuna de Minas

Contato

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Tribuna de Minas