Em 2026, a restituição do Imposto de Renda será paga em quatro lotes, um a menos que em 2025, com datas previstas para 29 de maio, 30 de junho, 31 de julho e 31 de agosto.
A ordem de pagamento segue as prioridades legais definidas pela Receita Federal, garantindo preferência a idosos acima de 60 anos, com atenção especial aos maiores de 80, pessoas com deficiência, portadores de doenças graves e professores.
Além disso, contribuintes que optarem por receber a restituição via Pix, usando chave vinculada ao CPF, ou que utilizarem a declaração pré-preenchida, terão prioridade adicional imediatamente após os grupos legais.
Restituição do Imposto de Renda
A Receita Federal estima que cerca de 80% das restituições, atingindo aproximadamente 18 milhões de contribuintes, sejam pagas nos dois primeiros lotes.
Os valores recebidos terão correção monetária composta por juros de 1% referente ao mês do pagamento, somados à Selic acumulada do mês anterior.
O crédito da restituição poderá ser feito em conta-corrente, poupança ou contas de pagamento, desde que os dados sejam informados corretamente no momento da declaração.
O período para enviar a declaração do Imposto de Renda em 2026 vai de 23 de março a 29 de maio.
Dicas para turbinar
Quanto mais cedo o contribuinte declarar, mais rápido poderá receber a restituição. Entretanto, quem enviar declaração retificadora perde a prioridade, voltando para o final da fila. Para otimizar o valor a receber, é fundamental escolher o modelo de declaração mais vantajoso:
- Simplificado: desconto único de 20% na base de cálculo, limitado a R$ 16.754,34.
- Completo: permite detalhar deduções legais, como saúde, educação, dependentes e pensão alimentícia determinada judicialmente.
O programa da Receita calcula automaticamente a opção mais favorável. Estratégias adicionais para potencializar a restituição:
- Contribuições a planos de previdência privada (PGBL).
- Doações incentivadas a fundos culturais, esportivos ou sociais.
- Organização de recibos e comprovantes de despesas dedutíveis.
- Planejamento dos gastos dedutíveis ao longo do ano.
Essas medidas não garantem aumento automático, mas reduzem o imposto devido e aumentam a probabilidade de receber um valor maior na restituição do IR 2026.






