A partir de outubro, quem embarcar em voos internacionais precisa redobrar a atenção ao fazer as malas. Uma das companhias aéreas mais conhecidas do mundo anunciou mudanças importantes nas regras de transporte de um item muito comum nas bagagens de mão.
A alteração não proíbe as bagagens, mas impõe novas limitações que afetam diretamente o que pode ou não ser levado na cabine.
A decisão segue um movimento crescente entre empresas aéreas internacionais e tem como principal objetivo reforçar a segurança a bordo. Com isso, os passageiros precisarão se adaptar às novas exigências antes de viajar.
Regras mudam em outubro: bagagens foram proibidas nos aviões?
A medida foi anunciada pela Emirates, uma das maiores companhias aéreas do planeta, com sede nos Emirados Árabes Unidos. A partir de 1º de outubro de 2025, a empresa passará a restringir o transporte e o uso de power banks em seus voos.
Embora os passageiros ainda possam levar esse tipo de bateria portátil consigo na bagagem de mão, ela deve ter capacidade inferior a 100 Wh (watt-hora). Além disso, o uso do aparelho para recarregar celulares ou notebooks durante o voo estará totalmente proibido.
Segundo a Emirates, os novos procedimentos foram adotados após o aumento de incidentes envolvendo superaquecimento e até incêndios provocados por baterias de lítio. O risco, embora baixo, é significativo o bastante para justificar medidas preventivas mais rígidas.
O transporte desses dispositivos continuará permitido, mas com novas exigências: eles não podem ser armazenados junto com as bagagens de mão nos compartimentos superiores, devendo permanecer sempre ao alcance do passageiro, seja no bolso do assento ou dentro de uma bolsa sob a poltrona da frente.
Isso permite que a tripulação ou o próprio passageiro aja rapidamente em caso de emergência.
Outras empresas aéreas também adotaram regra sobre bagagens
A Emirates não está sozinha nesse movimento. Outras companhias aéreas, principalmente da Ásia, como Singapore Airlines, Cathay Pacific e Thai Airways, já adotaram políticas semelhantes.
Nos Estados Unidos e na Europa, a tendência é a mesma: limitar o uso dos dispositivos e reforçar a supervisão de power banks com baterias de lítio durante os voos.
Diante disso, quem vai viajar precisa ficar atento às regras específicas da companhia aérea e verificar a capacidade do power bank antes de embarcar.
Ignorar essas normas pode resultar em apreensão do item ou até impedir o embarque. Segurança, neste caso, vem antes da conveniência.






