Lavinia Lorraine Ferreira dos Santos, de apenas 24 anos, foi identificada como a dona da Monexa Gateway de Pagamentos, uma empresa que está sendo investigada por receber R$ 45 milhões em transferências por conta de um golpe envolvendo a companhia C&M Software.
Mas vale ressaltar que, apesar de o registro estar em nome de Lavinia, a jovem exerce a função de vendedora, e já responde por outros episódios envolvendo problemas significativos com a lei.
De acordo com informações do colunista Josmar Jozino, do UOL, ela foi presa em flagrante no quilômetro 527 da Rodovia Marechal Rondon (SP-300), no interior paulista em maio do ano passado, enquanto viajava para Aparecida de Goiânia, em Goiás.
Durante a revista de passageiros, policiais militares encontraram 188,47 gramas de cocaína escondidos dentro de uma fralda na bagagem de Lavinia, e lhe deram voz de prisão. Contudo, ela acabou conseguindo liberdade provisória na audiência de custódia.
O processo movido contra a jovem pelo Ministério Público de São Paulo permanece em andamento. E é provável que a nova acusação envolvendo o crime contra a C&M Software influencie uma nova decisão da Justiça.
Empresa foi criada poucos dias antes do ataque
Assim como outras empresas envolvidas nas transações suspeitas, a Monexa Gateway e Pagamentos foi aberta apenas 19 dias antes do ataque e recebeu cinco transferências durante o intervalo investigado.
E vale destacar que, além da Monexa, o nome de Lavinia também aparece no registro de quatro outras empresas, sendo elas a Nuvora Gateway de Pagamentos, Pay Gateway de Pagame, Altrix Gateway de Pagame e Veltro Gateway de Pagamentos. Todas foram abertas no dia 11 de junho e registradas em São José dos Pinhais, no Paraná.
Até o momento, a Justiça não conseguiu encontrar a suspeita no endereço que ela forneceu em Aparecida de Goiânia, e a defesa de Lavinia ainda não se manifestou sobre as novas acusações.






