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Maior escola de gastronomia do mundo precisa se pronunciar por causa do MasterChef

Por Leticia Florenço
23/10/2025
Em Colunas, Mais Tendências
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MasterChef - Reprodução

MasterChef - Reprodução

O sétimo episódio do MasterChef Confeitaria, exibido na terça-feira (21), trouxe à tona uma controvérsia envolvendo a renomada escola francesa de gastronomia Le Cordon Bleu.

A discussão começou após a permanência da participante Marina Queiroz no programa, mesmo depois de uma crítica contundente da chef Helena Rizzo sobre a qualidade de seus pratos.

Favoritismo ou coincidência?

Fãs do reality e internautas questionaram a decisão da produção. Marina, que já teve vínculo com a Le Cordon Bleu, foi apontada como “protegida” pelos jurados.

Comentários nas redes sociais levantaram suspeitas de que a participante teria recebido tratamento diferenciado, gerando debates sobre favoritismo e imparcialidade na competição.

Posicionamento da escola

Diante da repercussão, a Le Cordon Bleu divulgou uma nota oficial esclarecendo a situação. A escola afirmou que Marina Queiroz não integra o quadro de colaboradores desde 2023, tendo atuado apenas nas áreas acadêmica e de serviços estudantis, sem funções docentes.

Além disso, ressaltou que a instituição não possui qualquer participação na seleção, produção ou condução do programa. A nota também frisou que o uso de uniformes, insígnias ou referências visuais à marca fora do contexto oficial não reflete vínculo profissional atual.

Mesmo com a nota, a insatisfação do público persiste. Muitos telespectadores consideraram que a explicação da escola não elimina completamente as suspeitas de favorecimento.

A eliminação de Johnlee Francis Justino, enquanto Marina permanecia na competição, intensificou as críticas e deslocou a atenção da disputa culinária para a polêmica envolvendo a escola e a participante.

Credibilidade do reality

Especialistas em televisão apontam que episódios como este podem comprometer a confiança do público. Quando a atenção se concentra em supostas preferências e favoritismos, em vez da técnica e criatividade culinária, a competição corre o risco de perder legitimidade e prestígio.

Tanto instituições quanto programas televisivos precisam manter uma comunicação clara e consistente para evitar mal-entendidos que possam afetar reputações e minar a credibilidade do conteúdo apresentado.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Leticia Florenço

Leticia Florenço

Filha da Terra da Luz, jornalista pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

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