Luxemburgo lidera o ranking das cidades mais habitáveis do mundo, segundo a edição 2025 do relatório Mapping the World’s Prices, do Instituto de Pesquisa do Deutsche Bank. O estudo avalia custo e qualidade de vida em 69 cidades relevantes para os mercados financeiros — de Abu Dhabi a Zurique — considerando desde aluguel até serviços e itens como celular, café, táxi e roupas.
Na nona edição do levantamento, Luxemburgo superou cidades como Zurique e Genebra ao se destacar por altos salários, transporte público gratuito e boa qualidade de vida. Também apresentou bom desempenho em poder de compra, tempo de deslocamento e baixos níveis de poluição, além de manter custos moderados com serviços básicos como energia e água.
Melhores cidades
Luxemburgo se destaca também pelos pagamentos de hipoteca relativamente baixos em relação à renda familiar, o que a torna mais acessível que cidades como Bruxelas e Chicago — embora a habitação siga como uma das principais preocupações da população.
Apesar da queda de Zurique e Genebra no ranking por conta do custo de vida, Luxemburgo figura entre as com os maiores salários líquidos: US$ 6.156 por mês (aproximadamente R$ 36,9 mil), um aumento de 39% nos últimos cinco anos.
Destaques com melhor qualidade de vida após Luxemburgo:
- Copenhague
- Amsterdã
- Viena
- Helsinque
Maior custo de vida
Alguns dos principais centros financeiros globais apresentaram desempenho mais fraco no ranking de qualidade de vida. Entre eles estão:
- Tóquio (26ª posição)
- Paris (44ª)
- Hong Kong (48ª)
- Londres (50ª, empatada)
- Nova York (50ª, empatada)
Essas cidades foram penalizadas por fatores como o elevado custo dos imóveis, congestionamentos frequentes e altos níveis de poluição. Já a Índia, apesar de seu crescimento acelerado, continua entre os países mais acessíveis do mundo e deve assumir a terceira posição entre as maiores economias globais até o fim da década.





