A jornalista e apresentadora Adriana Perroni, da TV Record, precisou ser novamente hospitalizada no sábado (2) em razão do reaparecimento de um inchaço facial associado à celulite infecciosa — condição bacteriana que compromete o tecido subcutâneo e, quando localizada no rosto, requer cuidados urgentes devido ao risco de complicações neurológicas.
Em comunicado publicado nas redes sociais, Adriana informou que a infecção não havia sido completamente eliminada durante o primeiro ciclo de tratamento, o que motivou a nova internação para continuidade da terapia com antibióticos intravenosos.
Quadro de saúde da apresentadora
Os exames realizados durante a nova internação revelaram também a presença de uma trombose no braço esquerdo, possivelmente decorrente do uso de cateter venoso durante o tratamento anterior. Ambas as ocorrências estão sendo acompanhadas pela equipe médica, e o quadro clínico da paciente permanece estável. A apresentadora já havia permanecido internada por cinco dias na etapa inicial do tratamento.
Em publicações nas redes sociais, agradeceu pelas mensagens de apoio recebidas e destacou a importância de reconhecer os sinais da celulite facial — infecção frequentemente confundida com a condição estética de mesmo nome, mas que, na verdade, é causada por bactérias que invadem a pele através de pequenas aberturas, como espinhas, arranhões, picadas de insetos ou folículos inflamados.

Infecção no rosto
Entre os sinais mais frequentes da celulite facial estão dor localizada, vermelhidão, inchaço e sensação de calor na região afetada. Sem o devido tratamento, a infecção pode progredir de forma rápida e levar a complicações graves, incluindo infecções sistêmicas e, em casos mais extremos, meningite.
A abordagem terapêutica depende da intensidade do quadro clínico. Em situações mais brandas, o uso de antibióticos por via oral costuma ser eficaz. No entanto, em casos mais severos, é indicada a administração intravenosa de antibióticos, associada a analgésicos e medicamentos para controle da febre, com acompanhamento hospitalar. A evolução costuma ser positiva, com melhora dos sintomas em até dez dias após o início do tratamento adequado.





