Mais Tendências - Tribuna de Minas
  • Cidade
  • Contato
  • Região
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura
  • Empregos
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Mais Tendências - Tribuna de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados

Gigantes do entretenimento disputam bilhões por controle de filmes e séries

Por Yasmin Henrique
17/10/2025
Em Mais Tendências, Colunas
0
Veja as séries mais aguardadas de 2026 que prometem prender sua atenção

(Foto: reprodução/DC Studio/Freepik)

Em julho, o Ministério da Cultura e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) reuniram-se em Brasília com representantes das principais plataformas de entretenimento — Prime Video, Warner Bros. Discovery, Globo, Netflix e Disney. O encontro, solicitado pelas empresas, teve como foco as divergências em torno da proposta de regulamentação do setor audiovisual, defendida pelo governo e por produtores independentes.

Na ocasião, a associação Strima, que representa as grandes plataformas de entretenimento, apresentou um documento com sugestões ao Projeto de Lei nº 2.331/2022, relatado pela deputada Jandira Feghali. O texto, originado no Senado e modificado na Comissão de Cultura da Câmara, recebeu um substitutivo que, porém, não deve mais ser votado.

Disputas sobre o entretenimento

Principais pontos de conflito entre governo, produtores independentes e plataformas de streaming:

Alíquota de contribuição ao FSA:

  • Governo e Comissão de Cultura defendem uma Condecine de 6% sobre a receita bruta das plataformas de entretenimento.
  • As empresas propõem 3%, afirmando que geraria R$ 1,4 bilhão anuais, valor superior ao arrecadado pelas telecomunicações, que hoje respondem por mais de 90% do FSA.

Deduções na contribuição:

  • A Comissão prevê abatimento de até 60% da alíquota para investimentos em licenciamento ou pré-licenciamento de produções nacionais.
  • A Strima quer elevar o limite a 70% e incluir outras formas de investimento. Nesse cenário, cerca de R$ 400 milhões iriam diretamente ao FSA.

Estimativas financeiras:

  • A Ancine calcula faturamento anual de R$ 70 bilhões para o setor.
  • Com 6% de Condecine, o aporte seria de R$ 4,57 bilhões, dos quais R$ 1,83 bilhão seriam repasses diretos e R$ 2,74 bilhões deduzidos.
  • Parte do setor defende contribuição maior e sem deduções, visando fortalecer o financiamento público.

Cotas de conteúdo nacional:

  • O texto da Comissão propõe que, em até quatro anos, 10% dos catálogos das plataformas sejam de obras brasileiras, com 60% independentes.
  • As empresas sugerem percentuais menores, buscando equilíbrio entre títulos totais e conteúdo nacional.

Enquanto isso, o debate legislativo avança. Após a mudança de relatoria o governo e representantes do setor aguardam a apresentação de um novo texto, que deve unificar as propostas em tramitação. A expectativa é de que a regulamentação do streaming avance ainda em 2025, consolidando regras mais claras sobre tributação, fomento e presença de conteúdo nacional nas plataformas de entretenimento.

Audiovisual

Brasileiros estão pedindo regulamentação do streaming no país

Cineastas defendem regulamentação do streaming para fortalecer o audiovisual brasileiro e garantir investimentos em produções nacionais
saiba mais
X

Brasileiros estão pedindo regulamentação do streaming no país

saiba mais
Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Yasmin Henrique

Yasmin Henrique

Jornalismo na federal de Alagoas. Paulista de nascença, moro há mais de uma década no estado nordestino. Desde pequena fascinada pelo mundo da leitura e da escrita.

Próximo post
Nova lei bancária facilita portabilidade salarial e melhora direitos do cliente

Lei proíbe exigência de valor mínimo em compras com cartão de crédito ou débito

Confira!

Cachorro - Reprodução/iStock

A psicologia explica por que quem conversa com o pet como se fosse gente tem características acima da média

05/06/2026
Imposto de Renda Receita Federal

Mesmo com problemas na pré-preenchida, declaração pode virar automática em 3 anos

05/06/2026
Esponja - Reprodução/Unsplash/fcafotodigital

Estudo comprova que a esponja de louça libera microplásticos na água a cada vez que é usada

05/06/2026

Copyright Tribuna de Minas. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo dessa página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a autorização escrita da Tribuna de Minas

Contato

Bem-vindo de volta!

Faça login abaixo

Esqueceu a senha?

Recupere sua senha

Insira seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Contato

Tribuna de Minas