A Copa do Mundo de 2026 marcará uma mudança histórica no futebol internacional ao reunir 48 seleções, o maior número de participantes já registrado no torneio.
A competição será disputada a partir de 11 de junho, com partidas no Canadá, Estados Unidos e México.
O novo formato ampliado também alterou o sistema de classificação e tornou a repescagem etapa decisiva na definição das últimas vagas para o Mundial.
Desde 26 de março, seis vagas restantes estão sendo disputadas em um modelo dividido em dois blocos distintos.
Embora o Brasil esteja classificado diretamente, o cenário da repescagem evidencia que campanhas irregulares podem levar seleções tradicionais à disputa por uma das últimas vagas.
A fase decisiva se consolida, assim, como a derradeira oportunidade para equipes que não obtiveram sucesso nas Eliminatórias continentais.
Repescagem pra Copa
Playoffs europeus
- Organizados pela União das Associações Europeias de Futebol (Uefa).
- Reúnem 16 seleções que não obtiveram classificação direta nas Eliminatórias.
- Confrontos disputados em jogo único.
- Estrutura dividida em quatro caminhos independentes.
- Cada caminho conta com duas semifinais e uma final.
- Ao final, quatro equipes garantem vaga na Copa do Mundo.
Repescagem intercontinental
- Organizada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).
- Define as duas últimas vagas para o Mundial.
- Realizada no México entre os dias 26 e 31 de março.
- Funciona também como evento-teste para a infraestrutura da Copa.
- Participam seis seleções de cinco confederações:
- Confederação Asiática de Futebol (AFC)
- Confederação Africana de Futebol (CAF)
- Confederação das Associações de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf)
- Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol)
- Confederação de Futebol da Oceania (OFC)
- Equipes divididas em duas chaves.
- As mais bem posicionadas no ranking avançam diretamente às finais.
- As demais disputam semifinais para chegar à decisão.
Entre os países envolvidos estão Bolívia, República Democrática do Congo, Iraque, Jamaica, Suriname e Nova Caledônia.
O formato abre espaço para que seleções com menor tradição em Copas do Mundo possam conquistar vaga inédita ou retornar ao torneio após longos períodos de ausência.






