Uma pesquisa realizada pela plataforma Pagou Fácil, baseada em buscas feitas no Google ao longo de 2025, identificou as principais dúvidas dos brasileiros sobre benefícios trabalhistas.
O estudo aponta que a maior parte das consultas se refere a direitos legais voltados à manutenção da renda, sobretudo em casos de afastamento ou demissão.
Os resultados revelam que, mesmo com a presença de benefícios corporativos opcionais oferecidos pelas empresas, o foco dos trabalhadores permanece nos direitos garantidos por lei.
Benefícios trabalhistas
Entre os benefícios considerados obrigatórios pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estão:
- Registro em carteira
- FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)
- Salário
- Horas extras
- 13º salário
- Férias remuneradas
- Vale-transporte
- Descanso semanal remunerado
- Aviso prévio
- Rescisão de contrato
- Adicional noturno
- Licença-maternidade ou paternidade
Benefícios opcionais mais frequentes nas empresas:
- Vale-refeição ou alimentação
- Planos de saúde (médico e odontológico)
- Participação nos Lucros e Resultados (PLR), geralmente vinculada ao atingimento de metas
Ferramentas de estabilidade econômica:
- Saque do FGTS
- Seguro-desemprego
- Abono salarial
Os resultados evidenciam que benefícios legais continuam sendo mais valorizados que benefícios opcionais, refletindo preocupações com segurança financeira.
Modelos de trabalho em alta
Novas modalidades de trabalho chamaram atenção nas buscas realizadas pelos brasileiros. Entre elas, o Programa Jovem Aprendiz, destinado a jovens de 14 a 24 anos, que oferece inserção formal no mercado de trabalho com registro no eSocial, permitindo conciliar estudo e emprego.
Outra modalidade em evidência é o trabalho remoto, regulamentado pela Reforma Trabalhista, que exige contratos detalhados e permite monitoramento do colaborador quando os equipamentos são fornecidos pela empresa.
As consultas também refletem um interesse crescente por modelos de trabalho mais modernos, temas relacionados à jornada e à remuneração, sinalizando que a discussão sobre a atualização das relações laborais e possíveis alterações na legislação deve continuar em pauta nos próximos anos.






