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Mudança de reitores

Por Leandro Mazzini, com Walmor Parente, Tadeu Pinto (DF), Beth Paiva (RJ) e Henrique Barbosa (PE)

27/12/2019 às 20h08 - Atualizada 27/12/2019 às 20h08

A despeito da Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro que freia o controle sindical – e em muitos casos até partidário, de esquerda – nas reitorias das universidades federais, com votação direta de alunos, professores e servidores, quatro delas já enviaram a lista tríplice para a escolha do futuro reitor, segundo consulta da Coluna do Ministério da Educação. São as Universidades Federais de Roraima (UFRR),  do Vale do São Francisco (Univasf), do Espirito Santo (UFES) e de São João Del Rei (UFSJ).

Mistério

O MEC ainda não informou se vai manter o processo para estas federais, feito sob consulta a professores e servidores, ou se vai anular as escolhas e indicar votação.

Reitor sem partido

Como publicamos esta semana, o Governo quer democratizar o processo de escolha para reitores, para não ficar refém de sindicatos de professores partidarizados.

Macuxi fez história

Em Roraima, deixará o cargo o professor doutor Jefferson Fernandes do Nascimento. Foi o primeiro roraimense de fato a assumir o cargo, descendente da etnia Macuxi.

Embates

No Espírito Santo, sairá do cargo Reinaldo Centoducatte, que também é presidente da  Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. Vive em embates com o ministro Abraham Weintraub.

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Sofra, cidadão..

A taxa de juros do cartão de crédito rotativo para o cliente regular, aquele que paga o mínimo de 15% da fatura dentro do prazo, subiu de 286,4% em outubro para 293,9% em novembro. A informação é do próprio Banco Central. E a facada será mais forte nas férias de verão.

Discurso político

A imprensa é rejeitada pela maioria dos brasileiros. É o que concluiu uma pesquisa recente do Instituto Paraná Pesquisas: 62,4% dos entrevistados alegam falta de isenção quando trata da cobertura do Governo Federal. Muito disso vem do discurso de ódio contra jornalistas pregados pelo ex-presidente Lula da Silva e, agora, pelo presidente Jair Bolsonaro.

É do jogo

Como já disse na praça o ex-deputado Miro Teixeira, político não gosta de notícia, gosta é de Poder. É do jogo. O ineditismo está na militância fazendo coro.

Incitar é crime!

Bolsonaro sancionou ontem o Projeto de Lei 8833/17, que modifica o Código Penal e inclui o crime de induzir pessoas à automutilação no mesmo artigo que já tratava do crime de indução ao suicídio.

Pena

O PL saiu do Senado, foi aprovado pela Câmara em outubro e sancionado pelo presidente. Agora lei, prevê pena de reclusão de seis meses a dois anos para quem induzir ou instigar alguém a se suicidar ou se automutilar, ou até auxiliar a pessoa. E tem mais agravante – se os crimes ocorrerem através da internet, a pena dobra.

Leandro Mazzini

Leandro Mazzini

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