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Justiça apreende R$ 12 milhões em operação contra streamings piratas

Por Jeferson Carvalho
21/11/2025
Justiça apreende R$ 12 milhões em operação contra streamings piratas - Imagem: Pixabay

Justiça apreende R$ 12 milhões em operação contra streamings piratas - Imagem: Pixabay

Uma força-tarefa realizada em três estados desmantelou um esquema que lucrava com a oferta clandestina de filmes, séries e canais de TV em streamings pirata.

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A investigação apontou que o grupo usava serviços de streaming pirata como fachada para movimentar dinheiro de origem ilícita e sustentar uma rede de crimes financeiros.

As ações ocorreram em Alagoas, no Ceará e em Santa Catarina, onde equipes localizaram estruturas que operavam como centros de distribuição do conteúdo ilegal e como suporte para lavar recursos obtidos com as assinaturas clandestinas.

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Justiça apreende R$ 12 milhões em operação contra streamings piratas

A operação, batizada de Endpoint, foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público do Ceará, com apoio das Polícias Civis dos três estados envolvidos.

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Também participou o Laboratório de Operações Cibernéticas da Secretaria Nacional de Segurança Pública, responsável por fornecer análises técnicas e rastrear os ambientes virtuais usados pelo grupo.

O trabalho integrado permitiu atingir diferentes pontos da cadeia criminosa e avançar sobre a estrutura que mantinha as plataformas em funcionamento.

No total, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca em endereços ligados aos investigados. Três pessoas foram detidas.

A Justiça determinou o sequestro de bens e valores que somam 12 milhões de reais, além do bloqueio de 118 sites e perfis usados para atrair novos assinantes. Também houve determinação para que mecanismos de busca deixassem de indexar páginas relacionadas ao esquema.

As equipes apreenderam ainda criptoativos, documentos, equipamentos eletrônicos e maquinário utilizado para mineração de moedas digitais, parte dele operado com energia furtada.

Dinheiro do streaming pirata era misturado com valores de outras atividades

As apurações mostraram que a estrutura não se limitava à oferta de conteúdo pirata. Havia empresas registradas em nome de terceiros para movimentar recursos e ocultar os verdadeiros responsáveis.

Essas empresas funcionavam como caminho para pagamentos feitos por usuários, muitos deles realizados via PIX e intermediados por plataformas de checkout.

O objetivo era misturar o dinheiro recebido pelas assinaturas ilegais com outras atividades para dificultar a identificação da origem.

Para as autoridades, a operação se destaca porque foca na base tecnológica que sustenta o serviço e não apenas nos operadores.

A derrubada de servidores, domínios e rotas de pagamento interrompe a atividade criminosa e reduz o impacto sobre titulares de direitos autorais, além de proteger usuários que podem ser expostos a golpes e riscos cibernéticos.

O resultado reforça a tese de que o combate à pirataria digital depende de ações coordenadas e de investigações que alcancem tanto o fluxo financeiro quanto os mecanismos de distribuição do conteúdo ilegal.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Caro leitor,

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Jeferson Carvalho

Jornalista apaixonado pela profissão!

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