Casinha fechada


Por Guilherme Arêas

25/08/2015 às 07h00- Atualizada 25/08/2015 às 08h52

No início da Série C, após o mau desempenho no Mineiro, a pulga atrás da orelha da torcida Carijó era a defesa. Muito questionada pelas vozes das arquibancadas, a cobrança teve seu ápice logo após o empate de três gols contra o time do Madureira em terras juiz-foranas. Agora no returno, após o confronto contra o mesmo Tricolor Suburbano, a história é outra. A retaguarda do Tupi possui a menor média de gols tomados por partida do seu grupo. Com 0,6 gols sofridos por jogo, na Série C o Galo perde somente para o Vila Nova de Goiás, e tem melhor desempenho que o Corinthians, com 0,7, a menor média da série A.

Como o próprio zagueiro Fabrício Soares disse em suas declarações para a imprensa no início da competição, para ter uma defesa consistente é preciso começar a marcação lá na frente, o time tem de abraçar a ideia. Foi o que se viu no último sábado. Com todas as situações adversas do campo, os cães de guarda do goleiro Glaysson mais uma vez foram felizes. Além das boas atuações do zagueiro Sidimar e do volante Felipe Alves, os defensores contaram com a ajuda dos meias Ygor e Marco Goiano e dos atacantes Felipe e Bruno Aquino, que correram o campo todo na ajuda ao sistema defensivo.

Fora o recheado 3 a 3 do turno, o Tupi não levou mais do que um gol em nenhuma dos outros 12 confrontos pelo Brasileiro. Em Conselheiro Galvão, o Galo ganhou praticamente todas as bolas aéreas cruzadas na área. Como disse o “chefe” Soares, o time realmente abraçou a ideia. Pontos para o Leston e pontos para o Tupi, que se aproxima cada vez mais da classificação para a próxima fase.

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