Fragilidade do ataque é preocupante
Sem balançar as redes adversárias nos dois últimos jogos, o ataque do Tupi não vive bom momento na Série C. Entre as 11 equipes que ainda estão vivas na competição (cinco no grupo A e seis no B), o Carijó tem o pior ataque ao lado do Guarani, ambos com 18 gols feitos. Uma estatística que traz desconforto ao centroavante Geraldo, autor do último gol do Alvinegro no torneio, contra o Caxias, por 2 a 0, na 15ª rodada.
“Incomoda. Sabemos que quando fazemos gols damos uma folga para a defesa trabalhar, mas não temos conseguido desenvolver o trabalho que estávamos fazendo nos últimos jogos. Nada que tire o nosso foco, mas temos que ligar o alerta para que no jogo de domingo a bola volte a entrar”, diz Geraldo, autor de um gol em quatro jogos pela Série C. Após ter a primeira oportunidade como titular – na derrota contra o Londrina -, ele espera emplacar a segunda chance consecutiva contra o Brasil de Pelotas, domingo, às 16h, no Estádio Municipal.
“Desde que eu cheguei, sabia que tinha o Bruno Aquino, um jogador de muita qualidade. São características parecidas, e vamos brigando todos os dias para trabalhar nos jogos. São duas opções que o professor tem”, afirma Aquino, atento ao adversário de domingo. “Nossa maior preocupação é vencer o jogo para irmos com moral para a próxima etapa. Não por escolher adversário do outro grupo, mas para chegarmos firmes e fortes nessa fase de mata-mata. O Brasil vem para uma final, depende de uma vitória para se classificar”, alertou.









