Depois de anos trabalhando, aposentados brasileiros podem escolher um destino próximo do Brasil que se destaca em custos, residência e qualidade de vida
Com o número de pessoas com 65 anos ou mais projetado para chegar a 1,6 bilhão até 2050, a mobilidade internacional ganha espaço.

O Uruguai foi eleito o melhor país para se aposentar no estudo 2026 Global Retirement Report & Index, lançado pela consultoria Global Citizen Solutions. A pesquisa analisou qualidade de vida, tributação, mobilidade, custos e facilidade de residência.
Com o número de pessoas com 65 anos ou mais projetado para chegar a 1,6 bilhão até 2050, a mobilidade internacional ganha espaço entre quem busca novos lugares para viver após a aposentadoria.
O levantamento, desenvolvido pelo Global Intelligence Unit, avaliou programas de aposentadoria e renda passiva de 46 países. A análise considerou cinco pilares: qualidade de vida, mobilidade e cidadania, tributação, processo e custos.
Os cinco países mais acessíveis e vantajosos para aposentados são Uruguai, Ilhas Maurício, Espanha, Costa Rica e Portugal. Para os brasileiros, a lista de alternativas muda: Uruguai, Portugal, Espanha, Paraguai e Costa Rica aparecem como os destinos mais interessantes.
Brasil ocupa a 15ª posição do índice
O Brasil ocupa a 15ª posição do índice, com pontuação geral de 91,4. O país tem o VITEM XIV, visto brasileiro de renda passiva, considerado um dos caminhos de residência mais acessíveis das Américas.
O programa exige comprovação de renda estável de aposentadoria ou pensão de 2.000 dólares mensais. Não há exigência de idade mínima nem compra de imóvel, e as regras de inclusão familiar são amplas. No pilar de Mobilidade e Cidadania, o Brasil ocupa a sexta colocação, graças à circulação no Mercosul e à existência de caminho para naturalização.
Uruguai é apontado como a alternativa mais equilibrada para brasileiros
O Uruguai é apontado como a alternativa mais equilibrada para brasileiros, combinando as facilidades do Mercosul com o Tax Holiday 2.0, que isenta rendimentos de capital estrangeiro por até 11 anos. Portugal e Espanha se destacam pela qualidade de vida e pelo acesso à União Europeia.
A naturalização pode ocorrer após sete anos em Portugal e dois anos na Espanha, mas os dois países tributam a renda mundial.









