Bilionário passou dez anos construindo uma mansão de R$ 1,8 bilhão com sete piscinas, quatro pistas de boliche e 20 quartos, mas uma dívida ameaça tirar o imóvel de suas mãos
Uma dívida de US$ 110 milhões ameaça forçar a venda do imóvel para quitar o débito.

Com 9.755 metros quadrados, a mansão conhecida como “The One” chegou a ser avaliado em US$ 500 milhões, montante que recuou para algo próximo de US$ 350 milhões, cerca de R$ 1,8 bilhão, nas estimativas mais recentes. O que começou como uma ambição arquitetônica agora enfrenta pressão financeira.
A queda no preço reflete não apenas ajustes de mercado, mas também a dificuldade crescente de encontrar um comprador disposto a pagar pelo imóvel.

Arquitetura e características do megaprojeto
Ao todo, são vinte quartos e trinta banheiros espalhados pelos diferentes setores da casa. Para circular entre os andares, a mansão conta com seis elevadores, além de duas adegas e uma piscina olímpica aquecida entre seus ambientes principais.
O escritório central fica entre duas piscinas, de onde é possível ver as duas entradas da casa, uma solução pensada para funcionalidade e controle.
Além da piscina olímpica, seis outras piscinas externas se distribuem pela propriedade. As opções de lazer somam ainda um simulador de golfe, espaço para dança, pista de atletismo e quatro pistas de boliche.
O projeto também inclui uma casa de hóspedes independente, terraços com áreas de convivência e uma sala de fumantes que abriga capas históricas da revista Playboy.
O isolamento e a primeira exposição pública
Durante anos, câmeras e visitantes tiveram acesso restrito ao interior da mansão. Esse sigilo terminou quando o produtor e criador de conteúdo Michael conseguiu permissão para registrar imagens do local.
A crise financeira e o futuro incerto
Embora a construção tenha sido concluída, o financiamento necessário para realizá-la custou US$ 110 milhões e gerou dívida. Trata-se de um passo que precede a execução da hipoteca, o que pode forçar uma venda rápida do imóvel para saldar o débito.
A conclusão da obra não garante que o imóvel permaneça com seu proprietário: isso depende da sustentabilidade financeira do projeto. A dificuldade de encontrar um comprador disposto a pagar o valor pretendido e as condições insustentáveis do financiamento aumentam o risco de venda para quitar a dívida.









