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Passar dos 60 não significa evitar agachamentos: movimento que muitos abandonam pode ser justamente um dos mais importantes para se manter independente

A autonomia é vital para a qualidade de vida de idosos acima dos 60 anos.


Por Clyverton Silva

19/09/2026 às 02h49

Passar dos 60 não significa evitar agachamentos: movimento que muitos abandonam pode ser justamente um dos mais importantes para se manter independente
Foto ilustrativa: RDNE Stock project/Pexels

A autonomia é vital para a qualidade de vida de idosos acima dos 60 anos. Muitos, no entanto, evitam agachar devido ao medo de dor ou quedas. Esse movimento, embora subestimado, é essencial para manter a independência. Especialistas recomendam, em 2026, o agachamento adaptado como uma prática benéfica. Realizado com suporte adequado, ele fortalece a autonomia e combate a imobilidade.

O agachamento adaptado desempenha um papel crucial em ações diárias, como sentar e levantar. Ao incorporar esse exercício de forma controlada, usando cadeiras e apoios, podemos melhorar a segurança e eficácia do movimento. O National Institute on Aging (NIA) dos Estados Unidos destaca sua importância para prevenir quedas e manter a capacidade funcional.

Benefícios do agachamento adaptado

Praticar agachamentos ajuda a fortalecer os músculos das pernas e glúteos, essenciais para o equilíbrio. O movimento, mesmo simples como sentar e levantar de uma cadeira, torna-se um exercício eficaz. Essa prática evita a dependência de assentos altos e ambientes restritos, enquanto estimula a confiança.

Para facilitar essa rotina, ajustes como a altura da cadeira e apoio para as mãos são fundamentais. Esses ajustes tornam o exercício mais acessível e menos intimidador, incentivando a continuidade da prática.

Iniciando com segurança

Para começar, é necessário escolher uma cadeira firme posicionada contra a parede. Mantenha os pés afastados na largura dos ombros e sente-se devagar. Para se levantar, pressione o chão e estenda os joelhos. O uso de suportes laterais pode aumentar a segurança.

Caso haja dor nas articulações, é crucial ajustar a amplitude do movimento ou a posição dos pés. Persistindo o desconforto, uma avaliação profissional é recomendada. Assim, esse exercício, quando integrado à rotina dos idosos, melhora significativamente a qualidade de vida, reduzindo riscos relacionados à idade. O acompanhamento de um profissional de Educação Física garante a melhor alternativa de treino possível para cada caso.