Marcha da Maconha atrai 150 pessoas no Centro

10 mulheres aproveitaram movimentação para pedir mais segurança no que chamaram de Marcha das Vadias
Depois de ter sido proibida em 2011 em algumas cidade do país, uma decisão da Justiça liberou a marcha em todo o Brasil. Em Juiz de Fora, 150 manifestantes participaram da manifestação no início da tarde deste sábado (26), segundo a Polícia Militar. Munidos de cartazes, máscaras (com o desenho da folha da cannabis) e adereços como uma réplica de um "baseado" de plástico, eles defendem a legalização da droga. A concentração foi no Parque Halfeld a partir de meio-dia e, de lá seguiu pelo Calçadão, às 13h30, em direção à Avenida Getúlio Vargas, onde se dispersaram por volta das 15h.
Reproduzindo o movimento que, do Canadá, ganhou o mundo em 2011, cerca de dez mulheres lideraram a Marcha das Vadias, que acompanhou a da maconha por aqui. No discurso, ambos os grupos reivindicaram respeito e uma legislação mais justa com relação aos temas propostos. "Queremos o fim da violência contra a mulher", resumiu a performer Raíssa Vitral, 24 anos, cujos seios estavam tampados somente com adesivos. "O Governo deveria voltar mais sua atenção para essa parcela da sociedade que está revoltada com as agressões em decorrência do tráfico", defendeu Álvaro Lobo, um dos coordenadores da marcha da maconha, que aconteceu neste sábado em cidades como João Pessoa (PB), Joinville (SC) e Porto Alegre (RS).







