Preparador avalia lesões no Tupi

Preparador Renê Carlos comemora intertemporada (leonardo costa/09-08-16)
Sem partidas oficiais até o próximo dia 20, quando o Tupi visita o Goiás, às 21h, no Serra Dourada, o elenco carijó vem passando por intertemporada em Santa Terezinha com atividades comandadas não apenas pelo técnico Estevam Soares, como também pelo preparador físico, Renê Carlos. Isto porque o elevado número de lesões prejudicou o Alvinegro no primeiro turno da Série B, somado à chegada de novos atletas em déficit no condicionamento. Questionado sobre os problemas como de Hiroshi, Henrique, Bruno Costa e Wesley Douglas, alguns dos jogadores lesionados que desfalcaram o Galo, Renê lembrou que os obstáculos não são exclusivos dos juiz-foranos.
“O que acontece é que todas as equipes estão passando por isso. A Série B é uma competição muito intensa, diferente de uma Série C ou D. Para fazer um time competitivo e veloz fica arriscado a ter lesões. Por isso você precisa de um plantel grande. Mas é normal. O Vasco, por exemplo, está com o Nenê parado. A maioria das equipes sofre com esse tipo de problema. Contra o Náutico, o Mailson, que trabalhou comigo, sentiu um desconforto no músculo posterior também. É só observar que veremos que as demais equipes passam pelo que passamos. A competição é aguerrida, o atleta tem que sair exausto da partida, no seu limite. O Tupi nesse sentido, na primeira Série B, ainda está amadurecendo em relação a isso, mas é normal”.
O Vasco, citado por Renê, chegou a perder Andrezinho, por exemplo, justamente no duelo diante do Carijó, em São Januário. O clube da Colina ainda perdeu outros jogadores, como os laterais Madson e Julio Cesar e os zagueiros Luan e Rodrigo, sua linha defensiva titular, mesmo obtendo o Centro Avançado de Prevenção, Reabilitação e Rendimento Esportivo (Cappres).
A expectativa é a de que Estevam tenha todos os atletas à disposição já na próxima semana, com o lateral Douglas apenas em trabalho de fortalecimento muscular.
O outro motivo foi apontado por Renê em meio à projeção do próximo passo do elenco no processo de evolução física. “A sequência de semanas é que vai dar a melhora, mas a princípio já consegui fazer uma base que não teve como fazer quando o atleta chegou. Quer dizer, depois de dois meses parado, ele chegou e já colocamos direto na bola pela necessidade. Então com os treinos de semana passada e dessa já proporcionaram que a gente fizesse uma base, mas a sequência de jogos é que vai condicionar os atletas.”









