TERCEIRA ETAPA
A terceira rodada da Assembleia Regional, desta vez em Muriaé, servirá para a definição de tarefas, passando, então, da fase de levantamentos para a prática, na qual os indicados vão cobrar das instâncias de poder a execução dos projetos para atender às muitas demandas da Zona da Mata. Uma delas, que é tema permanente, carece de prioridade: o morro que impede a ampliação da pista de pouso e decolagem do Aeroporto Regional, que já era para ter sido removido. O governador Antonio Anastasia, por mais de uma vez, já disse que os 30% restantes estão em fase final de remoção, mas o trabalho ainda não foi concluído e nem tem data para tal. A pressa se justifica no ciclo das chuvas, que deve começar já na segunda quinzena deste mês. Como o volume de terra é bem menos expressivo, não há motivos para atrasar o serviço, ainda mais por ser estratégico para o projeto.
Uma outra questão, ainda ligada ao Aeroporto, é a duplicação da MG-353 e a sua ligação com a BR-040. O aeroporto só se tornará viável se o acesso facilitar o trânsito e garantir mais segurança. Hoje, apesar de a pista estar em boas condições, os pontos de ultrapassagens são precários. Como a meta é fazer do Terminal um ponto de exportação e importação de produtos industriais, a implicação de haver veículos pesados transitando será um fato. E aí como dividir o espaço com carretas numa rodovia na qual a convivência com veículos leves já é precária. Quanto à ligação com a BR-040, o estado tem que se manifestar com urgência, já que ela se tornou estratégica também para Juiz de Fora pelo fato de retirar parte do trânsito pesado da área urbana.
Quem ficar com essa missão vai carecer de apoio dos demais envolvidos, por se tratar de uma demanda de amplo espectro. Neste caso, as demais lideranças também terão que se envolver, a fim de evitar que a fila de espera continue longa.










