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Suspeito é preso com armas, drogas e veículo adulterado em São João Nepomuceno

Operação Longa Manus, da Polícia Civil, investiga possível ponto de desmanche clandestino de veículos na Zona da Mata


Por Tribuna de Minas

01/07/2026 às 11h33

Um homem foi preso em flagrante durante a Operação Longa Manus, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em São João Nepomuceno, na Zona da Mata. A ação resultou na apreensão de armas, munições, drogas e de um semirreboque com indícios de adulteração.

A operação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Juiz de Fora e integra investigações voltadas ao combate a crimes patrimoniais, como furto, roubo, receptação e desmanche de veículos, na área de abrangência da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Juiz de Fora.

De acordo com a PCMG, os trabalhos começaram após levantamentos de inteligência apontarem que uma propriedade na zona rural de São João Nepomuceno, município localizado a cerca de 70 quilômetros de Juiz de Fora, poderia estar sendo usada como ponto de desmanche clandestino de veículos.

Com base nas informações apuradas, equipes da DRFR foram até o local para realizar diligências, averiguar a denúncia e reunir elementos para a investigação.

Durante as buscas, os policiais civis localizaram um semirreboque de fabricação artesanal, sem registro ou identificação, e com indícios de adulteração. Também foram apreendidos um revólver, uma espingarda, 13 munições intactas do mesmo calibre, uma cartucheira calibre .32 e 23 munições calibre 9 milímetros, de uso restrito.

Além das armas e munições, os policiais apreenderam 20 porções de pedras brutas de substância com características semelhantes à cocaína.

Diante dos materiais encontrados, o homem foi preso em flagrante, em tese, pelos crimes de posse irregular de arma de fogo, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e tráfico de drogas. Ele foi encaminhado à unidade da Polícia Civil, junto com todo o material apreendido, para os procedimentos de polícia judiciária.

As investigações continuam para apurar se a propriedade era utilizada na prática de crimes ligados ao desmanche clandestino de veículos e para identificar eventual participação de outras pessoas no caso.