MP aponta rombo na Copasa
O Ministério Público de Minas Gerais acusa dirigentes da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) de um rombo milionário na empresa no valor de R$ 157.178.525,49. O promotor Eduardo Nepomuceno, da Promotoria de Patrimônio Público, apresentou ação de ressarcimento pela operação de compra de créditos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de duas empresas de Maceió (AL). O Ministério Público alega que, quando a transação foi feita, a política de benefício fiscal por meio de crédito-prêmio de IPI havia sido suspensa. A medida, quando estava em vigor, permitia que as empresas exportadoras compensassem o imposto recolhido por meio de créditos no mercado interno. No entendimento do Governo federal, o benefício foi extinto desde 1990. Entre os diretores da Copasa citados na ação estão o ex-deputado federal Marcello Siqueira (PPS) e José Carlos Righetti. Em entrevista ao jornal Hoje em Dia, ambos explicaram que a questão vem sendo discutida na Justiça há cerca de uma década. A assessoria da Copasa confirmou que seu setor jurídico acompanha o caso.









